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Aprender uma coisa nova por dia

Nem sabe o bem que lhe fazia

Cotonetes

O cotonete foi criado em 1922 por Leo Gersternzang, quando via a esposa a limpar as orelhas da filha utilizando um palito de madeira com algodão na ponta. Preocupado com o risco da madeira poder ferir as orelhas da sua filha ou do algodão poder ficar inserido no ouvido, decidiu criar um algo flexível que fosse mais seguro de manusear.

Leo tinha uma empresa especializada em produtos para bebés, a Leo Gerstenzang Infant Novelty Company, pelo que foi através dela que efetuou toda a pesquisa e desenvolvimento da sua ideia.

Apesar dos recursos da sua empresa, só alguns anos mais tarde é que conseguiu chegar ao modelo pretendido, que tivesse a mesma quantidade de algodão em cada ponta. Por fim decidiu ainda conceber uma embalagem prática que fosse possível ser aberta com uma só mão e tirar o cotonete, enquanto com o outro braço se segura o bebé.

Após ter aperfeiçoado o produto, Leo começõu a comercializa-lo. Por ser um produto item a manter as crianças felizes e cuidadas chamou-lhe “Baby Gays”. Em 1926 mudou o nome para “Q-Tips Baby Gays”, significando o “Q” qualidade.

Posteriormente o nome mudou para “Q-Tips” e atualmente são uma marca registada da Chesebrough-Ponds, Inc.

No entanto, a comunidade médica desaconselha o uso de cotonetes pois estes apenas empurram a cera para o interior do ouvido, levando, por vezes, à rutura do tímpano. 

Além disso, a cera dos ouvidos  é uma gordura naturalmente produzida pelo organismo para manter o bom funcionamento do canal auditivo, impedindo que qualquer poeira ou cabelo o danifique. A cera só incomoda se estiver seca ou acumulada.

 

 Curiosidade: Os cotonetes são os resíduos mais encontrados no mar e nas praias uma vez que a maioria da população, após a sua utilização, deita-os na sanita. 

 

Fontes:

 http://www.curiosityflux.com/2015/03/conhece-os-perigos-de-colocar-cotonetes.html

http://origemdascoisas.com/a-origem-do-cotonete/

https://www.greenme.com.br/viver/saude-e-bem-estar/4205-limpar-ouvidos-sem-cotonetes

https://greensavers.sapo.pt/2014/02/cotonetes-sao-os-residuos-mais-encontrados-no-mar-e-praias-saiba-porque-com-video/

 

 

 

Idos de Março e Calendas Gregas

Provavelmente já ouviu ambas as expressões, mas se calhar pode não saber a sua origem. 
 
O calendário romano tinha nomes específicos para três dias do mês: as calendas, as nonas, e os idos.
 
  • As calendas eram os primeiros dias de cada mês e, portanto, fixos.
  • As nonas podiam ser o 5º ou o 7º dia do mês dependendo da duração do mês. Normalmente, correspondia à lua em quarto crescente.
  •  Os idos podiam ser o 13º ou o 15º dia. Normalmente, era o dia de lua cheia. 

 

Os restantes dias não tinham um nome específico e eram contados em relação às calendas, nonas ou idos. Por exemplo, o dia 2 de Março seria 4 dias antes das nonas de Março (os romanos contavam inclusivamente o dia 2 e regressivamente, a partir das nonas). 

 

Mas, porque, ficaram então célebres os idos de Março? Nos idos de Março de 44 a.C. Júlio César foi assassinado e a expressão manteve-se em uso até ao dia de hoje. 

 
As calendas gregas referem-se a um dia que não chegará, à semelhança do dia de São Nunca, pois os gregos não tinham calendas no seu calendário.
 
Esta é o primeiro texto de uma série de curiosidades sobre tudo e nada, à semelhança do que escrevo no meu blogue - Encontros Improváveis.
 

Revolução Comunista na China

Esta revolução decorreu entre os anos 1949 a 1962.

As suas principais causa foram: a lutas dos camponeses por terras e a luta do povo chinês pela independência.

A china encontrava-se destruída devido à batalha contra o domínio japonês.

Mao Tsé-Tung- político, teórico e revolucionário estava no poder. Assim, a China era governada pelo comunismo. Esta situação durou, aproximadamente, 27 anos.

 

 

 

Mao tinha 3 projetos: 

 

Coletivização Forçada: A população era totalmente controlada pelo governo, tanto no trabalho como na vida pessoal.

Os chineses perderam todas as suas propriedades, que passaram a pertencer ao governo. 

A população trabalhava na agricultura e na indústria, sendo o comércio proibido.

Toda a produção era entregue ao Estado que procedia à distribuição pela população 

 

Grande Salto para a Frente: o principal objectivo de Mao era a industrialização do país, bem como o aumento da riqueza. No entanto, a riqueza não era distribuída de forma justa, aumentando drasticamente a miséria. 

A população idosa, deficiente e ferida era privada de comida até morrer.

Muitos trabalhadores activos morriam por desnutrição e por excesso de trabalho.

 

Revolução Cultural: Até à morte de Estaline, Mao contava com  apoio da União Soviética. Mas, após a sua morte, a China perdeu todo o apoio e Mao perdeu o poder. 

No entanto, continuou como chefe do partido comunista.

Em 1960 instaurou a revolução cultural, cujo objectivo era a abolição do pensamento e da mentalidade burguesa. 

Foi imposta a censura através do Livro Vermelho e do Exército Vermelho.

O Livro Vermelho era de leitura obrigatória nas escolas e nos locais de trabalho. O seu conteúdo era composto por citações e pensamentos de Mao.

O Exército Vermelho era constituído por camponeses, estudantes, elementos partidários e militares. Estes matavam todos os intelectuais e todos que se opusessem a Mao. 

Tsé-Tung morreu em 1976. A sua esposa tentou sucede-lo mas foi derrubada, com um golpe de Estado. 

 

Fontes

http://www.infoescola.com/asia/china-comunista/

https://www.google.pt/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=6&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwjWxbzM3-3TAhWHSBQKHZ2-B6YQFghOMAU&url=http%3A%2F%2Fwww.biography.com%2Fpeople%2Fmao-tse-tung-9398142&usg=AFQjCNHFDwKh-2ZaJK4AIPoA10f4vJx6SQ

Hoje quero aprender sobre - As livrarias antigas de Lisboa

Fica em Lisboa aquela que é considerada pelo Guiness como a livraria mais antiga do mundo ainda em funcionamento. Infelizmente, Lisboa é também uma cidade onde várias das suas livrarias mais conhecidas fecharam portas nos últimos anos, ou foram desapossadas das suas características originais. Só para dar alguns exemplos, na Rua do Carmo, a Livraria Portugal (aberta em 1941) deu lugar a uma pastelaria francesa; a livraria do Diário de Notícias (datada de 1938) no Rossio foi substituída por uma loja de tecidos; e a Livraria Barateira, situada na Rua Nova da Trindade desde 1914, foi em 2012 também obrigada a fechar.

O encerramento e a transformação de tantas livrarias emblemáticas não é uma boa notícia para a cultura lisboeta e espelha bem a fase difícil pela qual o sector livreiro está actualmente a passar no nosso país.

Por isso mesmo, e antes que seja demasiado tarde, vamos falar de algumas das livrarias fundadas em datas anteriores a 1960 e ainda em actividade na cidade de Lisboa.

 

Livraria Aillaud & Lellos

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(foto de Jean-Marc Barféty em http://bibliotheque-dauphinoise.blogspot.pt/2010/04/les-libraires-brianconnais-lisbonne-au.html )

 

Subsiste na Rua do Carmo esta livraria que abriu portas em 1931. Vende livros de todos os géneros, mas sobretudo edições mais antigas e livros generalistas, e uma das suas duas montras oferece sempre livros a preços promocionais. A fachada da loja mantém a traça original, em pedra cinzenta, e as duas colunas que ladeiam a porta ostentam motivos gravados em estilo Art Deco.

 

 

Livraria Barata

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(foto tirada de http://myguide.iol.pt/profiles/blogs/comercio-as-mais-apeteciveis-livrarias-de-norte-a-sul) 

 

Abriu em 1957 na Avenida de Roma, onde ainda se mantém, e é actualmente uma parceira do grupo Leya. Durante o Antigo Regime foi frequentemente alvo de buscas efectuadas pela PIDE para recolha de livros “indesejados”, calculando-se em mais de 4000 os títulos que terão sido confiscados nessa época. Continua a ter um ambiente familiar e organiza pontualmente eventos relacionados com a sua actividade.

 

 

Livraria Bertrand - Chiado

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(foto obtiida em  tumblr_m62ry6mqIe1rnav7ro1_500)

 

Fica no Chiado, mais precisamente nos números 73-75, a mais antiga livraria do mundo ainda em actividade, segundo a Guinness World Records. Foi fundada em 1732 por um francês, de seu nome Pedro Faure, e na altura as suas instalações situavam-se na Rua do Loreto. Os também franceses irmãos Bertrand, casados com as duas filhas de Faure, tornaram-se seus sócios por alturas de meados do século, sendo esta a origem do nome da livraria. Em 1773, com a reconstrução pombalina após o terramoto de 1755, as instalações foram mudadas para a sua actual localização. Foi espaço de tertúlias e por ali passaram muitos dos nomes da Geração de 1870 e vários escritores do séc. XX. Pertence actualmente ao Grupo BertrandCírculo e foi objecto de uma remodelação recente que não desvirtuou os aspectos característicos do seu interior e exterior.

 

 

Livraria Buchholz

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(foto tirada de http://lxaddressbook.blogspot.pt/2010_05_01_archive.html)

 

Foi fundada em 1943 por Karl Buchholz, um judeu alemão fugido da Alemanha nazi. De início na Avenida da Liberdade, passou em 1965 para as “míticas” instalações da Rua Duque de Palmela. Não sendo especializada em nenhuma área, disponibilizava muitos livros não possíveis de encontrar noutras livrarias e tinha uma importante secção de ciência política. Foi declarada insolvente em Janeiro de 2009 e encerrou a 23 de Abril desse ano. Reaberta em 2010 pela Coimbra Editores, pertence agora ao grupo Leya. Um belo espaço com chão de madeira, dividido por três andares ligados por uma escada original e com lugares para os clientes se sentarem a ler, ali se realizam workshops e eventos variados.

 

Livraria Coimbra Editora

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(foto tirada de http://geo.cm-lisboa.pt/fileadmin/GEO/Imagens/Fotos_Baixa_Chiado/PDF_Baixa_Chiado/LivrariasNet_redi.pdf)

 

Abriu em 1941 com o nome de Livraria Luso-Espanhola e foi adquirida pela Coimbra Editora em 1996. Situa-se na Rua Nova do Almada (zona do Chiado) e é uma livraria especializada em livros jurídicos. O espaço interior foi completamente remodelado há alguns anos, mas mantém no tecto os arcos pombalinos originais.

 

 

Livraria Ferin

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 (foto tirada de http://blogtailors.com/6992905.html)

 

A Ferin existe desde 1840, o que faz dela a segunda livraria mais antiga de Lisboa. Além disso, é única livraria com mais de 50 anos de história que se tem mantido sempre na mesma família, cujo apelido lhe dá o nome. A família Ferin, de origem belga, fixou-se em Portugal na altura das guerras napoleónicas, e duas das filhas do patriarca abriram no Chiado, no preciso local onde ainda hoje se encontra, um Gabinete de Leitura que mais tarde foi transformado em livraria. Tinham também uma oficina de encadernação, nomeada Encadernadora Oficial da Casa Real Portuguesa por D.Pedro V. Na Ferin podemos encontrar livros que as outras livrarias habitualmente não vendem, muitos deles estrangeiros. Prestam serviços personalizados e disponibilizam uma grande sala para eventos culturais.

 

 

Livraria Paulus

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(foto tirada de www.paulus.pt)

 

A livraria Paulus, que pertence à editora com o mesmo nome, existe desde 1957. Abriu no Largo Trindade Coelho, mas passou em 1975 para a Rua de S. Nicolau, onde se encontra até hoje. Tem como objectivo exclusivo a divulgação e venda de livros, publicações e conteúdos multimédia de cariz católico, a par com a formação bíblica. Foi renovada em 2012 e tem agora montras amplas e completamente transparentes e um interior muito “clean” e luminoso, em que o branco é a base.

 

 

Livraria Petrony

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(foto tirada de http://geo.cm-lisboa.pt/fileadmin/GEO/Imagens/Fotos_Baixa_Chiado/PDF_Baixa_Chiado/LivrariasNet_redi.pdf)

 

É uma pequeníssima livraria na Rua da Assunção. Abriu portas em 1955 e vende exclusivamente livros de Direito.

 

 

Livraria Rodrigues

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 (foto tirada de http://industrias-culturais.blogspot.pt/2011/03/reabertura-de-livraria-em-lisboa.html)

 

Foi fundada em 1863 e encontra-se na Rua do Ouro. Durante muito tempo editora de livros escolares, actualmente opera em regime de “outlet”, ou seja, dedica-se em exclusivo à venda de livros editados há mais de 18 meses, a preços económicos (a partir de 1 euro!). Mantém a traça antiga da fachada e os armários de madeira (agora pintada) do interior.

 

 

Livraria Sá da Costa

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(foto obtida em http://documentaromundo.com/2013/12/23/tradies-de-natal-em-lisboa-da-praa-da-figueira-ao-chiado/)

 

Vida atribulada tem sido a desta livraria. Fundada em 1913, mudou as suas instalações para a Rua Garrett em 1943, paredes meias com a afamada pastelaria Benard. Por ali passaram grandes nomes da vida literária lisboeta (e nacional), como Aquilino Ribeiro ou Oliveira Martins, entre outros. Com a crise económica dos últimos anos chegaram as dificuldades. Após várias tentativas de parcerias e de venda, a livraria foi obrigada a cessar a actividade precisamente no ano do seu centenário, por ter sido declarada insolvente pelo Tribunal de Comércio. Entretanto, no final de Maio de 2014 reabriram-se as suas portas ao público, no âmbito da exposição “Do Sagrado na Arte – Evangelhos Comentados por Artistas”. Aproveitando a arquitectura interior e a decoração Art Deco, pelas mãos de Tomás Colaço o espaço foi novamente transformado em livraria – desta vez alfarrabista, sendo uma parte dos livros espólio da própria Sá da Costa – e mantém-se aberto até à data.

 

 

principais fontes de pesquisa:

http://restosdecoleccao.blogspot.pt/

http://geo.cm-lisboa.pt/fileadmin/GEO/Imagens/Fotos_Baixa_Chiado/PDF_Baixa_Chiado/LivrariasNet_redi.pdf

http://entreasbrumasdamemoria.blogspot.pt

http://lazer.publico.pt/livrarias

Didgeridoo

Neste meu primeiro post nesta rubrica eu vou falar sobre um instrumento aerofone  que acho esquisito que se chama didgeridoo.

Carateristicas:

O didgeridoo é um instrumento dos aborígenes australianos da família dos sopros  feito de madeira dura e que pode ter entre 1 a 2 metros.

Tocando o didgeridoo:

O som é produzido pela vibração contínua dos lábios, através de uma técnica de respiração circular.Esta exige a respiração através do nariz enquanto que, ao mesmo tempo, a expiração deve ser feita pela boca usando a língua e as bochechas. Para um instrumentista experiente, a técnica da respiração circular permite que ele renove o ar de seus pulmões mantendo uma nota pelo tempo que desejar.

Benefícios para a saúde:

Em 2005, um estudo do British Medical Journal (Jornal Médico Britânico) descobriu que aprender e praticar o Didgeridoo ajuda a reduzir o ronco e apneia do sono, assim como o tempo necessário para o descanso. Isto parece funcionar devido ao fortalecimento dos músculos da via aérea superiora, diminuindo a tendência de distúrbio durante o sono.

Outro estudo, realizado no Brasil em 2008 por uma dupla de estudantes universitários da UAM, no curso de Naturologia, promoveu a comprovação de diversos efeitos terapêuticos do Didgeridoo. O foco principal era a redução da ansiedade, mas junto a isso demonstrou-se também uma melhora na qualidade de vida, redução à vulnerabilidade e melhora da respiração com indícios de combate ao tabagismo (indicado por fumantes que participaram do estudo).Foi inventado há cerca de 2000 anos.

 

 

 

 

Fonte: Wikipédia