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Aprender uma coisa nova por dia

Nem sabe o bem que lhe fazia

Qual o melhor metodo de destralhamento?

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 - Não vale a pena fazer a revisão da matéria dada, pois não? Vocês vão aos dois primeiros posts, e aplicam o método de triagem a cada uma das divisões...

 

Eu advogo, ao contrário da Marie Kondo, que se deve fazer uma divisão de cada vez. Estou a pensar na minha casa, muito provavelmente... o seu método, Konmari (procurem vídeos no you tube; há por exemplo, este com a Ellen, em que ela ensina a dobrar as peças de roupa, e garanto que é mais fácil de que parece no livro) advoga que se junte TODA a roupa, indo-a buscar a todas as divisões em que esta esteja, faça uma pilha, e escolha tudo. O método que ela usa para decidir se fica ou não com a peça é sensorial: ela encosta a peça ao peito fecha os olhos e se esta lhe transmitir alegria, fica, se não, lixo ou reciclagem. Antes disso ainda agradece à peça (coisa própria da cultura japonesa, que compreendo mas nem vale a pena explicar). 

 

Isso do escolher toda a roupa de uma assentada parece-me uma tarefa que consumiria imeeeenso tempo, e convém não nos esgotarmos, senão pode muito bem acontecer que a meio, devido ao cansaço e stress que a coisa provoca,  comecemos a escolher à parva e acabemos por desistir e não destralhar mais nada. Isto se tiverem um feitio como o meu.

 

Portanto, como dizia, acho a forma como ela distribui a ordem do destralhamento, e que pode ler nos seus livros,  que estão publicados em português, Arrume a sua casa, arrume a sua vida e Alegria (o primeiro é mais abrangente, o segundo mais prático), eficaz, mas defendo um ataque mais suave, uma divisão por sua vez. Sim, tenho noção que isso vai fazer que provavelmente no final tenhamos de rever o que já destralhámos, porque haverão sempre mais objetos a surgir, mas acho que passar a pente fino a primeira seleção uma segunda ou terceira vez, só melhora o resultado final. 

 

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Depois temos o famoso metodo Flylady: destralhar 15 minutos de cada vez, de timer em punho, e a regra incontornável de deixar o lava-loiças incólume antes de se deitar... se não tem muito tempo livre, pode ser a solução para manter a casa mais ou menos sob controle, mas acredite que sem um mergulho no caos, 15 minutos de manhã e outros à noite vão parecer como pagar um cartão de crédito pelo o valor mínimo: a ver, nunca fica pago... mas depois de destralhar dará jeito para manter a casa sob controle. 

 

E depois há inúmeros blogues que dão ideias de como destralhar, aprimorar, poupar.... eu gosto do Living well spending less, da Ruth Soukup, cuja tradução do livro Unstuffed, decluttering your home, mind and soul chegou a Portugal em Agosto do ano passado com o nome Organize e simplifique a casa, a mente, a alma.

Esta autora faz uma pergunta que acho pertinente: quem é que traz a tralha para casa? Que tipo de tralha tem? Ela fala da tralha (que comprou durante anos), para organizar tralha - soa familiar?

Como ela, eu chego à conclusão que sou eu. Sou eu que faço as compras para a casa - todas. E já de um ano a esta parte que antes de comprar o que quer que seja, penso "onde é que vou guardar? Faz-me falta? O que é que posso deitar fora para adicionar este item às minhas coisas?" E se a resposta for positiva, muitas vezes ainda lhe dou de poucos dias a uma semana de "banho maria" - se ao fim desse tempo ainda achar que vale a pena, avanço.

 

Ainda assim, volta não volta levo as mãos à cabeça... por isso, acho que a solução é mesmo a que ela passou a usar: fugir das lojas. Levar lista e cingir-se a ela.

 

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De qualquer forma, ter uma casa destralhada, e que se mantenha assim, é um trabalho constante - apesar de acreditar que vamos incorporando hábitos (este artigo sobre o hábito merece uma vista de olhos), que acabam por se tornar automáticos. Por isso, antes de se atirar a uma divisão - o quarto ou outra) e mergulhar numa pilha de roupa, será boa ideia pensar no porquê.

 

 

Porque é que quer uma casa destralhada?

 

Sente-se, feche os olhos e imagine a sua casa como gostaria que esta estivesse. O que faria? Receberia mais vezes os seus amigos? Imagine a alegria que isso lhe traria. Iria sentir-se mais relaxada no quarto com este mais vazio, e fácil de manter limpo e arrumado? Imagine-o e sinta essa paz e tranquilidade... 

 

Agora abra os olhos e se necessário faça uma lista dos prós e contras - tenha em consideração que esta é uma tarefa que lhe vai consumir tempo e energia - mas que, segundo a minha pessoa, vale a pena. Mas tem que ser VOCÊ a decidir se quer iniciar essa jornada.

 

Quer? A sério?

 

Então vamos juntas.

 

Abril vai ser o mês do destralhamento aqui em casa, e vou colocar fotos e relatos do processo no meu blogue. Se aceita o desafio, vá passando por lá, inspire-se e console-se: comparada com a minha confusão, a sua tralha provavelmente vai parecer bem menos caótica...

 

Espero-o por lá...

 

Aqui neste canto, a  atualização vai continuar, com um novo tema e um novo autor, e daqui a uns tempos, voltarei. 

 

Tenham uma excelente Pascoa e até um dia destes. Aqui ou no meu espaço

 

Leia também:

 

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Missão destralhar: quarto, parte 2

Continuemos, pois, a destralhar o quarto.

 

A roupa, os sapatos e as carteiras já ficaram tratados ontem, não foi? Então hoje vamos aos acessórios. Comece pelos lenços e cachecóis. Escolha, e seja implacável. Honestamente, é das coisas que mais que custam selecionar, porque tenho um fraquinho bastaste forte por écharpes (ainda por cima disfarçam uma qualquer barriguinha que exista, e compõem qualquer visual, por mais básico que seja... e pronto, não estou a ajudar nada...)

 

Comece por detetar defeitos visíveis: fios puxados, pequenos buracos, borbotos... lixo ou reciclagem. 

Depois use a regra última vez que usou: não usa há mais de duas estações? Dar.

E agora abra o roupeiro. Olhe para as cores do vestuário exposto, e veja quais não conjugam com nada (pense também nas cores das bolsas e dos sapatos). Não encaixa? Dar.

 

A pilha reduziu significativamente? Ótimo! Agora pense no espaço onde as vai arrumar. Se possível compre um daqueles cabides com alvéolos, próprios para o efeito, coloque-as aí e pendure - ou vá ao Pintrest e escolha uma das muitas excelentes e simples ideias.... Não cabem todas? Volte a vê-las e decida quais lhe custa menos pôr na pilha Dar e despeça-se delas...

 

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Os outros acessórios são os brincos, anéis, pulseiras... aconselho uma caixa com divisórias para guardar anéis, brincos e pulseiras flexíveis. Para os colares pode colar ganchos na parede interior do roupeiro - ou na porta, se tiver portas de abrir, e não de deslizar. Aliás, neste caso, existem uns organizadores de pendurar, com bolsas transparentes para poder ver tudo de relance...

 

Tenho uma dificuldade absurda em escolher objetos pequenos... mas não se assuste: separe brincos, anéis, pulseiras, colares. O que sobrar ponha à parte num grupo de diversos. Agora olhe para uma categoria de cada vez. tenha em conta o seguinte: tem UM corpo, e a semana tem SETE DIAS. 30 pares de brincos e 20 colares não lhe parecem excessivos? Reduza. Fique apenas com o que gosta MESMO de usar. Dê - ou venda* - o restante.

 

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Aquelas pecinhas que não tem a certeza se consegue viver sem, meta numa caixa, e feche-a com fita cola larga e coloque-lhe uma etiqueta com a data. Guarde-a, de preferência fora do quarto. 

Se seis meses depois não tiver recorrido à mesma, despache-a. Eu aconselho a dá-la assim, sem abrir, mas se acha que pode vender alguma coisa, está por sua conta e risco...

 

Cosméticos

 

Agora uma pergunta: tem toucador no quarto? Se tem, é natural ter cosméticos na divisão, caso contrário

NÃO É!

E se não é pode fazer uma de duas coisas: pegue nestes, enfie numa caixa e leve para a casa de banho, onde fará a seleção posteriormente, ou vá buscar os da casa de banho e faça a seleção no quarto. Se forem muitos, se calhar é preferível fazê-lo no quarto - tem mais espaço e pode sentar-se na cama enquanto o faz.

 

Pegue em dois toalhões turcos e estenda sobre a colcha - para o caso de, se derramar algo, o acidente não sujar a mesma. Separe os produtos de tratamento+limpeza dos de maquilhagem, e escolha por quais começar. Eu vou pelos de tratamento+limpeza, que à partida, serão em menor número. 

 

Tenha em atenção que: 

- os cosméticos depois de abertos (ainda que tenha sido para cheirar!) têm 12 meses de prazo. Não arrisque!

 

- acha que água micelar/gel de limpeza/leite/loção tónica, só porque estão em promoção, são de açambarcar? Não são!!!! Tome atenção ao que usa na sua rotina de limpeza de rosto, e no máximo, tenha uma embalagem extra, fechadíssima e guardada num local com pouca luz. É que além de ocuparem espaço, estragam-se...

 

O mesmo é válido para os cremes de contorno de olhos hidratante e nutritivo, produtos de tratamento, séruns. Não usa sérum? Não compre na esperança de o fazer e se comprou e mais uma vez não usou, despache (se estiver fechado, dê) Idem para tudo o resto, guardando uma embalagem extra fechada de cada um dos que de facto usa, o máximo.

 

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Produtos de maquilhagem

 

Validade:

Os fond de teint (ou bases com cor) duram seis meses depois de abertas, dizem os dermatologistas, sabia? Lixo.

Idem para os corretores/iluminadores - que são especialmente complicados porque usados perto da vista: lixo. E por falar em olhos: máscara, eye lyner, 6 meses (maximo!), lixo.

Sombra de olhos se não apresentar alterações, não se preocupe. Mas se tem muitas, cinja-se aos tons que usa e despache as restantes - considere dar, ou lixo. Lápis, idem (atenção, se aplica no interior da pálpebra aplica-se a regra dos seis meses). Batons, 12 meses.

Sombras e demais produtos para sobrancelhas: esteja atenta a alguma alteração (tipo bolor), caso contrário pode usar, idem para os blush em pó, para os pós compactos ou soltos, para os pós bronzeadores.

Blush em creme, aos seis meses verifique se a textura se mantém inalterada. Caso esteja com um aspeto minimamente duvidoso, lixo.

 

E nisto, há duas hipóteses que me saltam à vista: ou ficou praticamente sem maquilhagem, e terá de ir às compras, ou o que possui está conforme as regras. Em qualquer caso, seja seletiva; o seu arsenal deverá ser constituído por

    - um fond de teint/base com cor - não se esqueça de no Verão mudar para um tom mais escuro...

    - um corretor,

    - um pó compacto ou solto (o compacto dá para usar em casa e na rua, pense nisso),

    - um blush em pó ou um pó bronzeador (depende do seu tom de pele e hábitos),

    - um conjunto de quatro sombras nos tons que prefere (eu uso declinações sobre tons terra, sendo que uma tem brilho),

    - um lápis khôl,

    - uma máscara de pestanas.

E os batons (como os vernizes de unha), que até parece que fazem criação! Escolha um nude, um dentro dos tons terra e um para os rosas/magenta. E se se atreve, um vermelho. Ah, e não se esqueça de um bálsamo labial!

 

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Material para mani/pedi e os produtos para o corpo vamos deixar para a casa de banho...

 

Vamos fazer uma pausa e prestar atenção ao espaço vazio que criámos... tem uma, duas gavetas disponíveis? Ótimo. Porque falta ver a roupa interior e aqueles pequenos eletrodomésticos que temos na divisão. Serão eles (eventualmente) um termoventilador, um ou dois sacos de água quente elétricos, uma ficha ou extensão tripla para ligar os carregadores, o candeeiro de mesa de cabeceira e um terceiro qualquer coisa... ora se tem duas gavetas livres, use uma para guardar esses pequenos invasores e respetivos cabos. 

 

Na segunda gaveta, coloque a roupa interior. E vamos, faça a seleção que já sabe como é! Mas aqui a segunda hipótese é sempre Lixo. Nunca se dá roupa interior que não esteja nova!

 

Finalmente, medicamentos - tal como óculos de leitura - devem ir para a gaveta da mesa de cabeceira. Se a sua não tem gaveta, coloque numa caixa bonita. O tampo da mesa deve estar sempre limpo - pronto, com o livro que está a ler no momento...

 

Falta só libertar as superfícies verticais de tralha decorativa e pronto! Agora limpe o pó e aspire!

 

Quarto: DONE

 

* para vender, fotografe e coloque as fotos online o mais rapidamente possível. Peça preços baixos, a ideia é que as peças deixem a sua casa depressa. Passado um mês, o que não vendeu DÊ. Sem pensar duas vezes.

 

A caminho do minimalismo: o primeiro passo

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Quantos de nós não sonharam já com a simplificação de uma casa - e de uma vida - minimalista? A liberdade de restringir ao mínimo as inúmeras solicitações diárias em matéria de escolha, planeamento, atenção, a pressão de uma casa que nunca está arrumada, o pânico quando tocam à campainha e não esperamos ninguém... soa familiar?

 

Pois que o minimalismo parece conseguir poupar-nos a isso tudo. Se tivermos menos objetos decorativos, as superfícies planas mais desimpedidas, é muito mais fácil deixar a casa arrumada em pouquíssimos minutos - e na hora de limpar é uma brincadeira de crianças!

 

E, por exemplo, um guarda roupa mais restrito em numero de peças não temos de passar largos minutos a dar voltas à cabeça sobre o que vamos vestir! Não quer isto dizer que repliquemos os exemplos de Steve Jobs ou Einstein, e tenhamos um guarda roupa cheio de N camisolas, calças e ténis iguais, ou de fatos cinzentos, camisas brancas e gravatas similares! Existem muitas formas de o conseguir sem entrarmos em extremismos.

 

Aliás, como vão ver, o método que defenderei é (relativamente) maleável à personalidade de cada um e passa pela adaptação mix and match de alguns métodos comprovados.

 

Mas comecemos pelo mais importante...

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Se queremos uma casa  apenas o que nos facilita a vida, qual é a primeira coisa a fazer?

 

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Escolher, dar ou deitar fora, sem dó nem piedade.

 

Existem várias estratégias; a que preconizo  é um apanhado entre métodos de que deixarei os links na lista bibliográfica - e webliográfica - de apoio.

 

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Disponha de três caixas, e um saco para lixo de pelo menos 120 litros. Etiquete uma caixa com DAR, outra com GUARDAR  a terceira, RECICLAR  e pode optar por uma extra, com ARRANJAR.

 

Entretanto escolha a divisão da casa por onde quer iniciar o processo (este é o "meu " método) e usando um cesto, remova desta tudo o que é de outras divisões da casa e retire do aposento. Agora, faça o inventário dos objetos que a divisão comporta.

Por exemplo, roupa de vestir, roupa de casa, sapatos, acessórios, livros, cosméticos, medicamentos, objetos decorativos, revistas, cadernos, lápis, canetas e marcadores, pequenos eletrodomésticos (acreditem tenho isto tudo no meu quarto... e mais algumas coisas...). 

Inventário feito, escolha um dos grupos para começar - sugiro a roupa - e junte todas as peças que se encontram na divisão. Separe a roupa de casa da de vestir, e restrinja-se à de vestir. Não se esqueça de esvaziar o armário e as gavetas da cómoda.

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Impressionante a quantidade de peças que compõem a pilha! 

 

- pode aproveitar para ir beber um copo de agua, um café (à cozinha, não vale fugir de casa agora!), ir fazer um xixizinho... e volte preparado que agora é a doer...

 

Pegue em cada um das peças e pergunte-se: gosto MESMO desta peça? 

Em caso afirmativo, quando foi a última vez que a vesti?

a)Há pouco tempo: uma semana, um mês; 

b) Há mais de seis meses; 

c) Já nem me lembro;

 

No caso a) coloque num cabide e pendure no guarda roupa, ou dobre e coloque numa gaveta.

No b) pense: gosta mesmo desta peça de roupa? Acredita mesmo que a vai voltar a usar? Quando e como? Se tem respostas favoráveis a estas perguntas ponha de lado, na pilha do "Talvez".

No caso da alínea c) veja se está em estado para dar e coloque na caixa dar ou caso contrário, coloque para reciclar, ou no lixo.

 

Se a resposta à primeira pergunta for não, nem por isso gosto dela, veja o que fazer na alínea c, acima, e força.

 

Proceda assim até à última peça. Agora analise a pilha talvez. Volte a escrutinar cada uma das peças de roupa e decida ficar apenas com as que quer mesmo.

 

Se for honesto e aplicado, vai acabar com o guarda fatos composto, a caixa de reciclar a transbordar (depois de ter sido esvaziada uma ou mais vezes, para dentro de sacos de compras vazios - confesse, o que não lhe falta são sacos de papel de lojas...),  com o saco do lixo cheio ou quase, e com a caixa de dar igualmente a extravasar. 

Encaixote, ou ensaque as peças para dar, feche os sacos de papel para reciclagem (com agrafes fortes), e leve ambas as coisas para fora de casa - entregue-os a quem de direito, se possível. Ou coloque-as na bagageira do carro.

 

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Olhe o guarda fatos e verifique que não ficou com nenhuma peça que possa ser dispensada. Menos é mais. Se for o caso, retire-a e encaminhe-a.

Feche o armário e junte todos os sapatos. Escolha segundo o mesmo principio que usou para a roupa, escolha os que ficam, os que dá e os que vão para o lixo. Tenha atenção que só deve dar sapatos em bom estado - caso contrário, coloque no saco do lixo. Arrume-os na sapateira, ou no fundo do armário.

Faça o mesmo com as carteiras e seja mesmo inflexível - muitas carteiras só atrapalham. Será boa ideia talvez, adquirir um cabide próprio para as arrumar desde que tenha espaço no roupeiro... se não tem, restrinja ainda mais a escolha.

Separe as que dará, e ponha no lixo as restantes.

 

Agora pare e faça um chá, lanche... depois arrume os restantes objetos por forma a que não a atrapalhem, e...

 

... continue amanhã!

 

(nós também continuaremos amanhã, continue connosco)

 

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