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Aprender uma coisa nova por dia

Nem sabe o bem que lhe fazia

A minha estreia!

A convite da Magda cá estou eu a estrear-me neste belo blog. Depois de muito pensar, propus escrever sobre filmes e séries, numa perspetiva mais abrangente não comentando apenas sobre filme x ou serie y mas procurando saber um pouco mais sobre este mundo. Neste sentido, penso que tem lógica começar pelo início, ou seja, desbravar um pouco do que é isto da história do cinema!

Neste percurso espero poder contar com as vossas sugestões e questões que me farão mergulhar neste mundo e conhecê-lo um pouco mais!!!! Não farei posts muito longos... pois terão uma sequência lógica!!!

 

Em primeiro lugar, vou dividir o post da História do cinema em vários posts a explicar a evolução desta arte. Vá é um resumo mas com as coisas mais importantes a saber. 

 

As Origens!!!

Tudo começou em inícios do século XVIII através da noção de que o cérebro conseguir reter imagens obtidas pela retina por momentos mesmo após estes desaparecerem, conseguindo criar a ilusão do movimento entre imagens quando estas aparecem rapidamente. Assim, projeta-se o filme na velocidade certa (por norma 16 frames por segundo no cinema mudo e 24 no cinema com som).

Salienta-se que os primeiros objetos óticos desenvolvidos para criar o efeito do movimento foram o "Phenakistoscope" (1832) e o "Zoetrope" (1834).

Phenakistoscope

phenakistoscope_hand-carry.jpg

 Zoetrope

Zoetrope9.jpg

 

Um dia, no ano de 1839 Louis-Jacques-Mandé Daguerre (pintor francês), desenvolveu o processo fotográfico positivo denominado daquerreotipia e em simultânio, William Henry Fox Talbot (cientista inglês) provou que era possível impressões sem limite a partir dos negativos....!

A evolução da fotografia tem assim um papel fundamental no aparecimento do cinema...Muito se poderia dizer sobre a sua história mas vou dar um salto para o ano de 1887 onde o fotógrafo americano britânico Eadweard Muybridge captou a forma como um cavalo desceu a pista e a sequência de imagens num disco rotativo, projetada numa tela através de uma lanterna mágica produziu a sensação de movimento!

 

Falar de cinema obriga a fazer referência a Thomas Edison e aos irmãos Lumiére. Edison inventou o fonógrafo que acompanhava as imagens transmitidas.

Os irmãos Lumiere inventaram o cinematógrafo, aparelho que se dividia em três: filmar, revelar e projetar.

No ano de 1895 o seu pai organizou uma exibição pública no fim do ano, paga, no Grand Café de Paris, tendo sido um sucesso! Estamos a assistir à primeira sessão paga da história do cinema!!!! Embora não tenha sido patenteada!

No meio da história toda, Edison teve um maior peso devido à versão americana da história... no entanto ele aproveitou pequenos vídeos realizados e exibiu-os em pequenas salas...

Diz-se que o primeiro filme do cinema amador foi apresentado pelos irmãos Lumiére e denominava-se "Sortie de L'usine Lumière à Lyon" (Empregados deixando a fábrica Lumière), seguido da comédia "The Sprinkler Sprinkled". Seis meses mais tarde, Edison projetou o seu primeiro filme denominado de "Vitascope".

 

Fonógrafo

fonografo.jpg

 

Por hoje é tudo.... para a semana há mais! Espero que esteja a ir ao encontro do que esperavam encontrar nesta secção! Sugestões aceitam-se!

 

P.S. Não pus as fontes pois procurei em vários sítios da net!

 

 

curiosidades

Vocês sabiam que uma asa de mosquito move-se 1000 vezes por segundo.

Que disfraz me pongo_ Como hacer un disfraz de mos

A filha de Shakespeare era analfabeta. Coitadinha.

Shakespeare for Kids Library Club! _ Shakespeare I

Existem 1500 vulcões ativos em todo o mundo.

APOLO11_COM - Vulcões ao vivo! Webcams mostram at

As pessoas mais ricas do mundo têm dinheiro suficiente para acabar com a pobreza no mundo quatro vezes.

15 pensamentos que diferem as pessoas ricas.jpg

E por último e não menos importante. Sabiam que a cirurgia de aumento de pénis é gratuita em Cuba? Pois é. Espero que tenham gostado, até à próxima.

Champô Seco - O S.Sebastião dos cabelos oleosos

Mais alguém aqui com cabelos de tendência oleosa? Do género, dois dias sem lavar o cabelo dá para abrir uma destilaria de azeite?
Farta/os de ouvir que para o cabelo ser menos oleoso é preciso lavá-lo menos, mas se não o lavarem sempre nem se sentem bem em sair de casa, porque de manhã para a noite ele já começa a perder volume e parecer escorrido e luzidio (mesmo que ainda só vocês consigam ver aqueles primeiros sinais)?

Não temam, pois vai sair do nevoeiro este conselho precioso: usem champô seco. 

Klorane Champo Seco - Continente

 


O champô seco é basicamente um spray para usarem no cabelo (como se de uma embalagem de laca se tratasse) e que absorve a sujidade do cabelo, deixando limpo e mais volumoso. 

Quando utilizar? Podem usar em caso de SOS; quando já estão atrasado/as para lavar o cabelo e têm mesmo de sair de casa (com bom aspeto, de preferência) ou mesmo mais regularmente, entre lavagens para as espaçar e descansar o couro cabeludo da água e consequente humidade que lhe alimenta a tendência oleosa - e parece que ainda ajuda à nutrição do cabelo porque deixamos atuar por mais tempos os óleos naturais que o nosso couro cabeludo produz. São também aconselhados para franjas (que têm mais tendência a ganhar oleosidade, independentemente do tipo de cabelo) e até há quem defenda que podem ser usados logo após a lavagem para que a aderência da sujidade ao longo das horas seja menor. Suponho que também são boa solução para certos tipos de viagem - ou para acampar, se forem esse tipo de pessoas que eu não compreendo...

Como utilizar? Basta agitar a embalagem, pulverizar o cabelo a certa distância, em várias linhas da raiz (cada embalagem traz instruções) e pentear para nos livrarmos do pó branco que é normal ficar no cabelo aquando da pulverização (são os agentes que atuam). 
No fim estão de aspeto fresco e fofo.

Tenho usado o champô seco de aveia da Klorane, por um motivo de conveniência - vende-se no Continente, na Well's, a 11.50€ (e ainda tenho algum desconto em cartão), mas sei que há muito mais variedades e mais barato também. Aliás, o melhor de todos que usei, foi surripiado à minha irmã e é uma embalagem vermelha da Schwarzkopf que se compra em lojas especializadas em produtos capilares (não sou a única a aconselhar). Aconselhem-se com o/a vosso/a cabeleireiro para mais informações ou leiam artigos online sobre o assunto como este ou este. Mas garanto que não se vão arrepender. 

 

Schwarzkopf.jpg

 

vamos todos almoçar?

rojões? arroz de cabidela? leitão à bairrada?

ah, comida logo de amanhã. 

há comidas absolutamente bizarras. os rojões por exemplos, nada mais é do que carne de porco cozinhada na gordura do próprio porco. o arroz de cabidela leva o sangue do pito. e o leitão à barrada é um porco bebé assado no forno. comemos todas estas coisas e gostamos. nem pensamos muito, não é?

e se fossem as que vos vou dizer a seguir? comiam?

 

1. ovos de formigas.

no méxico! comido em restaurantes chiques. diz que sabe a milho.

tão bom!

 

escamoles.jpg

 

2. estômago de ovelha.

na escócia. excelentemente bem apresentado, a deixar água na boca:

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feito com pulmões, vísceras, fígado, cozinhado em banha, triturado e a servir de recheio.

huuuuuuum. tão bom.

 

3. ratos bebés.

no vietname. delicioso. bem fritinho com molho de gengibre.

vietna2.jpg

 

pega-se no rabo e enfia-se na boca.

 

4.  pénis e testículos de touro.

na bolívia. muito procurado por gente que sofre de anemia e/ou de impotência sexual.

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este tem mesmo bom ar, não tem?

 

5. ovo fertilizado de pato: balut.

nas filipinas. o ovo ainda não formado, mole, transparente e com aquela consistência... nanhenta, onde é possível ver o embrião lá dentro, é coberto de sal, pimenta, e comido cru, assim.

olha que bom aspecto:

balut.jpg

 

 

e então? qual experimentavam? todos?

na próxima quarta continuamos com mais cinco.

 

Divórcio, como os filhos reagem

 

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Numa situação de divórcio e havendo filhos pelo meio as coisas tornam-se sempre mais complicadas.

Em Portugal e, segundo fontes do site, de 100 casamentos resultam 70 divórcios.

Por muito que os pais tentem que as coisas resultem para que a criança tenha uma estrutura familiar equilibrada, na maioria das vezes isso acaba por não acontecer e devido a várias situações o casal acaba por pôr fim ao relacionamento.

Em conversa na semana passada com um pediatra, o mesmo disse que “Quanto mais nova é a criança menos capacidade a mesma terá de se lembrar de uma vida com os pais juntos”.

Segundo a psicóloga espanhola Cristina Noriega, autora do livro “Divórcio: como ajudarmos os nossos filhos? ” as crianças vão ter reacções diferentes face ao divórcio consoante a faixa etária em que estão.

 

Até aos dois anos:

 

A relação de confiança entre o bebé e os pais começa logo no dia do nascimento. Primeiro com a mãe, porque é ela a principal cuidadora uma vez que o amamenta e, pouco a pouco, com o pai e os restantes elementos da família. Pode pensar-se que a criança não sente o divórcio dos pais, mas sente. Ao nível emocional e a nível visual. Vai sempre acabar por sentir a ausência do pai ou da mãe. No caso de uma mudança de local de habitação, a criança vai ter uma percepção visual das diferenças entre um local e outro. Este tipo de alterações pode causar mudanças a nível do humor, sono e alimentação.

 Conselho da psicóloga: É fundamental que a criança tenha contacto habitual com os progenitores. É fundamental que se mantenha confiante e que mantenha o mais possível a sua rotina diária.

 

Dos dois aos três anos:

 

É nesta etapa da vida da criança que as mesmas sofrem as maiores alterações, falar, andar e o largar da fralda e da chucha. Uma separação nesta fase pode abalar todas estas pequenas conquistas e até, fazer com que a criança ao invés de progredir, regrida ou (em casos extremos) estanque completamente a evolução devido à tristeza de já não ter os pais juntos como habitualmente.

 Conselho da psicóloga: Mostrar-se ao filho o que se quer e permitir o contacto com ambos os pais. Os pais devem também estabelecer limites, porque é possível que os filhos desta idade entrem em negação constante. Através de atividades, como jogos, também é possível perceber o que eles estão a sentir. Caso existam comportamentos regressivos na criança, como chupar no dedo ou não controlar a urina e as fezes, é importante que deixe que o seu próprio filho ganhe autonomia por si. Não o repreenda. Dê-lhe tempo para se controlar sozinho.

 

Dos três aos cinco anos:

 

Entramos na fase dos “porquês”. Estão numa fase em que a imaginação é muito fértil, imaginam e contam muitas histórias. É também a fase da vida em que a criança é mais egocêntrica, achando que tudo e todos vivem em função dela. Uma separação nesta fase pode abalar muito a criança pois a mesma, devido aos aspectos referidos, pode achar que a mesma ocorreu porque se portou mal, disse ou fez algo que levou os pais a deixar de viver juntos.

 Conselho da psicóloga: Corrigir possíveis interpretações erradas sobre o que é o divórcio. E insistir que a culpa não é da criança e que nem a mãe nem o pai os vão abandonar.

 

Dos seis aos doze anos:

 

Nesta fase as crianças estão mais focadas na escola e na sua aprendizagem. É nesta fase que começam a ter mais percepção dos sentimentos dos outros e dos delas próprias. Esta é a fase que as crianças têm mais capacidade para entender e aceitar o divórcio. Se bem que também é a fase em que acalentam mais esperanças de que as coisas se vão resolver e daí pode advir a frustração e a tristeza. Podendo mesmo chegar a ter pesadelos e sensação de abandono por parte de um dos pais ou mesmo dos dois.

 Conselho da psicóloga: É importante manter contacto com a escola para informar da situação. Manter-se atento à evolução na aprendizagem escolar. Mais:  dizer aos seu filhos que os pais não os vão abandonar, mas também deixar claro que não ficarão juntos.


Adolescência

 

Esta fase é também complicada pois, é nesta fase que a criança/jovem começa a desenvolver os traços de personalidade. Um divórcio nesta fase pode causar danos irreversíveis nesses mesmos traços de personalidade. É a fase em que a criança/jovem necessita de mais apoio por parte dos pais e se não se sentir seguro em casa isso irá coloca-lo numa situação de insegurança e medo permanentes. O adolescente pode nesta fase tornar-se revoltado e apresentar distúrbios alimentares, comportamentos sociais de risco, consumo de substâncias psicotrópicas e comportamentos sexuais de risco. Pode também, de modo a que os pais estejam frequentemente juntos e a tentar protege-lo, apresentar quadros de dores de cabeça ou dores de barriga.

Conselho da psicóloga: Explicar abertamente em que consiste o divórcio e implicar o filho em decisões como a da custódia partilhada. É preciso estar atento ao seu comportamento na escola, às notas, porque na maior parte das vezes é aqui que se sentem as consequências de um divórcio. Atenção, é importante não converter o filho num parceiro, num pai ou num confidente.

 

Como é óbvio, todos estes quadros apresentados são baseados em estudos efetuados numa parte da população infantil/adolescente em situação de separação parental. Não se pode de maneira alguma generalizar a situação até porque cada caso é um caso e cada criança/jovem encara a separação de um modo diferente. A mesma condicionada muitas vezes vela situação familiar vs maneira como o divórcio acontece.

Nos casos mais extremos os pais são aconselhados a recorrer a ajuda profissional, esteja a criança/jovem inserida em qualquer uma das faixas etárias a cima indicadas, para que se perceba até que ponto a separação a afetou psicologicamente.

Em todo o caso, é necessário que o assunto divórcio seja o menos penoso e traumático possível, tanto para a criança/jovem como para os próprios pais. Uma vez que a criança é um autêntico aspirador de emoções e, ao sentir os pais desinquietos, vai ter a tendência para ela própria andar mais irritada.



Conhecem o Kefir?

Também chamado de flor de iogurte, o Kefir era muito conhecido antigamente e agora voltou a ser falado pois está provado cientificamente que este alimento probiótico é antioxidante, ajuda a prevenir doenças cardíacas e os sinais de envelhecimento, diminui os níveis de colesterol, problemas renais, circulatórios e até mesmo os sintomas da ansiedade e depressão.

 

kefir.png

Os meus "grãos" de Kefir 

 

Kefir é feito a partir da fermentação do leite, assim como o iogurte e o queijo e sabe a iogurte natural mas um pouco mais azedo. Pode ser misturado com frutas, cereais e utilizado em muitas outras receitas. Recomenda-se o consumo de 200ml por dia e pode ser utilizado pelos intolerantes à lactose, pois  as bactérias e as leveduras do kefir produzem lactase (enzima que consome a maior parte da lactose presente no leite).

Não se encontram à venda. Os grãos de Kefir são doados e se forem bem tratados duram para sempre, pois multiplicam-se diariamente. (Eu tenho os meus há sensivelmente 1 mês e como já se multiplicaram vou doar às minhas irmãs). Para isso, basta  mergulhá-los num recipiente com leite (também pode ser utilizado vegetal) e após 24 horas o leite estará fermentado e é só coar os “grãos” e está pronto para o consumo. Depois é só colocar outra vez os grãos no leite "novo" para o Kefir se alimentar e fermentar novamente. Porém há certas regras que não podem ser descuradas:

- não usar metais para o seu manuseamento;

- deve evitar a luz solar direta, os grãos preferem o escuro;

- devem ser colocados em recipientes de vidro;

- devem estar em temperatura ambiente, de 15ºC a 40ºC;

- não se devem aquecer, pois perde as qualidades probióticas;

- não se devem lavar os grãos com água.

 

 Benefícios do kefir:

Aumenta a imunidade pois atua como um desintoxicador do organismo pois é rico em Vitamina K.

Tem função emagrecedora pois as bactérias presentes no Kefir atuam maioritariamente no intestino.

Acelera o metabolismo pois é rico em proteínas.

Combate as doenças inflamatórias do intestino, pois é composto por 8 leveduras e 2 bactérias.

Pode ser consumido pelos intolerantes à lactose, pois o kefir alimenta-se dele e forma a lactase.

Alimento com baixo teor calórico, 100g tem 37 kcal.

É rico em cálcio e por isso atua no sistema ósseo.

Reduz a flatulência e o inchaço abdominal e regula a flora intestinal.

Elimina a ansiedade e a depressão graças ao triptofano que atua no cérebro ao nivel da produção de endorfina e serotonina.

Rico em vitamina B3 diminui o mau colesterol.

Rico em vitamina B12 evita a hipertensão arterial e derrames.

Previne o reumatismo e a osteoporose grácas à vitamina B6.

Melhora a saúde da pele, do cabelo e das unhas.

 

Se quiserem saber um pouco mais acerca do Kefir, já falei nele aqui.

 

 

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