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Aprender uma coisa nova por dia

Nem sabe o bem que lhe fazia

7 de abril - Dia mundial da Saúde

De acordo com o Serviço nacional de saúde hoje comemoramos o dia mundia da saúde:

 

 

 
 

Depressão é o tema da campanha da OMS para 2017.

 

 

«Depressão. Vamos falar!» (Depression: Let’s talk) é o tema escolhido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para as comemorações do Dia Mundial da Saúde 2017, assinalado anualmente no dia 7 de abril. Esta data é celebrada desde 1950 e coincide com o aniversário da fundação da OMS, em 1948.

 

A depressão afeta pessoas de todas as idades, de todas as esferas da vida, em todos os países. Provoca angústia e tem impacto na capacidade de as pessoas realizarem até mesmo tarefas diárias mais simples, com consequências às vezes devastadoras para o relacionamento com a família e amigos e a capacidade de ganhar a vida.

 

Na pior das hipóteses, a depressão pode levar ao suicídio. É, atualmente, em termos mundiais, a segunda principal causa de morte entre os 15 e os 29 anos de idade, embora, em Portugal, desde há muito, o suicídio seja sobretudo comum em pessoas mais idosas, nomeadamente que tenham doenças crónicas incapacitantes e que vivam sós.

 

Mas a depressão pode ser prevenida e tratada. Uma melhor compreensão do que a depressão é e como pode ser prevenida e tratada ajudará a reduzir o estigma (ou carga negativa, comum a toda a doença mental) associado e levar a que mais pessoas procurem ajuda.

 

Em cada ano, a OMS aproveita a data comemorativa para fomentar a consciência sobre alguns temas chave relacionados com a saúde pública a nível mundial. Neste sentido, organiza eventos a nível local, regional e internacional para promover o tema escolhido.

 

Para saber mais, consulte:

 

Provérbios do mês de Abril

“Abril, tempo de cuco, de manhã molhado e à tarde enxuto.”
 
“Em Abril águas mil.”
 
“Inverno de Março e seca de Abril, deixam o lavrador a pedir.”
 
“Abril molhado, sete vezes trovejado.”
 
“Abril chuvoso, Maio ventoso e Junho amoroso, fazem um ano formoso.”
 
“Uma água de Maio e três de Abril valem por mil.”
 
“Em Abril cada pulga dá mil.”
 
“Quem em Abril não merenda, ao cemitério se encomenda.”
 
“Tarde acordou quem em Abril podou.”
 
“Em lua de Abril tardia, nenhum lavrador confia.”
 
“Vinha que rebenta em Abril, dá pouco vinho para o barril.”
 
“O vinho e Abril é gentil.”
 
“No princípio ou no fim, Abril é ruim.”
 
“O grão em Abril, nem por semear nem nascido.”
 
“Sáveis por S. Marcos (dia 25) enchem os barcos.”
 
“Não há mês mais irritado que Abril zangado.”
 
“Inverno de Março e seca de Abril deixam o lavrador a pedir.”
 
“Quem em Abril não varre a eira e em Maio não rega a leira, anda todo o ano em canseira.”
 
“Abril frio e molhado, enche o celeiro e farta o gado.”

“Abril, Abril, está cheio o covil.”

“Não há mês mais irritado do que Abril zangado.”

“No princípio ou no fim, costuma Abril a ser ruim.”

“Quando vem Março ventoso, Abril sai chuvoso.”
 
“Em Abril queima a velha o carro e o carril.”

“Em Abril, lavra as altas, mesmo com água pelo machil.”

“Em Abril, vai onde deves ir, mas volta ao teu covil.”
 
 

Inverno

Segundo o site Calendarr: 

 

Início do Inverno

 

O início do inverno acontece em 2016 a 21 de dezembro.

A hora exata que marca o início do inverno em Portugal e no hemisfério norte em 2016 é 10h44, no dia 21 de dezembro.

 

Solstício de inverno

Este momento específico que marca o início do inverno chama-se de solstício de inverno. O momento em que o sol se encontra mais a sul dita o início do inverno no hemisfério norte e o início do verão no hemisfério sul.

O dia do solstício de inverno é na verdade o dia mais curto do ano e, consequentemente, o dia que tem a noite mais longa do ano. A partir deste dia a duração do dia começa a crescer.

 

Fim do inverno

Se o inverno começa a 21 de dezembro em 2016, ele definha a 20 de março de 2017. Esta é a data do equinócio da primavera e do início da primavera, que em 2017 ocorre precisamente no dia 20 de março às 10h29.

 

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O Natal... dos hospitais!

Natal não é a mesma coisa sem a maratona televisiva do "Natal dos hospitais". Tinha ideia de que isto já era coisa antiga, mas hoje ao pesquisar descobri que é mais antigo do que eu pensava!

 

O Natal dos hospitais existe desde 1944, iniciativa promovida pelo Diário de Notícias e começou a ser transmitido na RTP em 1958, ou seja logo no primeiro ano de existência da caixinha mágica!

 

Este é o programa de entretenimento mais antigo da televisão portuguesa, o primeiro apresentador foi Henrique Mendes.

 

Para saber mais podem ver AQUI.

 

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CTT embalagem solidária

Estão disponíveis nos balcões dos Correios de Portugal as chamadas embalagens solidárias. E o que são estas embalagens? 

 

São caixas de cartão que qualquer pessoa pode usar para enviar bens para instituições. As instituições constam nesta lista e os bens de que precisam também são aqui referidos. 

 

A grande vantagem é que os portes estão completamente pagos. Assim é só escolher a instituição, levar as coisas que se pretende oferecer e pedir ao balcão estas embalagens, convém, levar fita para fechar as caixas (para o caso de não terem lá autocolantes).

 

Além dos bens referidos podemos também mandar aquilo que quisermos, como roupa em bom estado, livros...

 

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Provérbios

Os provérbios são frases e expressões populares  que transmitem conhecimentos comuns sobre a vida. Muitos deles foram criados na antiguidade e são utilizados até os dias de hoje.

 

A maioria destes ditados populares são anónimos, muito fáceis de decorar e transmitir por serem curtos e diretos.

 

Fazem parte da cultura popular da humanidade sendo que existem provérbios típicos das várias regiões do mundo, além de que podemos encontrar provérbios para praticamente todas as situações de vida.

 

Numa breve recolha através do Google encontramos dezenas de provérbios por temas, aqui ficam alguns alusivos ao mês de Setembro:

 

Em Setembro, ardem os montes e secam as fontes.
Em Setembro, planta, colhe e cava que é mês para tudo.
Setembro a comer e a colher.
Setembro molhado, figo estragado.
Setembro ou seca as fontes ou leva as pontes.
Trinta dias tem Novembro, Abril, Junho e Setembro; de vinte e oito, só há um, e os mais têm trinta e um.
Abril, frio e molhado, enche o celeiro e farta o gado. Agosto, debulhar, Setembro, vindimar.
Corra o ano como for, haja em Agosto e Setembro calor.
Arranja bom Setembro, com a burra fico eu.
Chuvas verdadeiras, em Setembro as primeiras.
Em Setembro palha no palheiro e meninas ao candeeiro.
Em Setembro ramo curto, vindima longa.
Em Setembro secam as fontes e as chuvas lavam as pontes.
Em Setembro semeia o teu pão.
No pó semeia, que Setembro to pagará.
Se em Setembro a cigarra cantar, não compres trigo para guardar.
Setembro cara de poucos amigos, cara de figos.
Setembro é o Maio do Outono.
Setembro que enche o celeiro dá triunfo ao rendeiro.
Agosto tem a culpa, e Setembro leva a fruta.
Nuvens em Setembro: chuva em Novembro e neve em Dezembro.
Agosto madura, Setembro vindima.
Em Setembro tem Deus a mesa posta.
Para vindimar deixa o Setembro acabar.
Vindima molhada, pipa depressa despejada.
Agosto arder, Setembro beber.
Em Agosto secam os montes e em Setembro as fontes.

 

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O tremoço

O tremoço é uma leguminosa da mesma família da ervilha e da fava e bastante rico nutricionalmente: possui três vezes mais proteínas e duas vezes mais fósforo do que o leite de vaca, uma quantidade elevada de cálcio, vitaminas E e do complexo B, fósforo, potássio, ácidos gordos insaturados (ómega 3 e 6), ferro e fibras.

 

O grão seco é tóxico - contém a substância alcalóide lupanina que lhe confere um sabor amargo. Só depois de cozido e demolhado em água salgada se torna comestível.

 

É um aperitivo bastante apreciado no nosso país especialmente no Verão em cafés e esplanadas típicos, geralmente acompanhados por cerveja e apelidado “marisco dos pobres”.

 

Os tremoços têm, em média, 1/6 das calorias, por peso em relação a outros aperitivos como amendoins ou batatas fritas. O único senão é o sal que lhe é acrescentado, mas isso pode ser corrigido lavando bem os tremoços ou demolhando-os.

 

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fonte da informação Aqui e imagem Aqui

 

 

O Pampilho

Continuando com a gastronomia aqui da região, hoje falo-vos do Pampilho. Há uns anos, em Lisboa, pedi numa pastelaria se tinham pampilhos, do outro lado tive como resposta um efusivo: "O quê???"

 

Na verdade, o pampilho sempre foi um dos bolos de pastelaria mais vendidos na minha região, como era possível que em Lisboa não soubessem sequer o que era? 

 

Hoje vamos aprender: o que é afinal um pampilho

 

É a vara comprida que os campinos usam para conduzir o gado nas pastagens do Ribatejo!

Hoje em dia já pouco se vêem na sua função original, mas em qualquer festa ribatejana que se preze haverá sempre um campino trajado a rigor com o seu pampilho!

 

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Em homenagem a esta, tão digna e difícil arte, foi criado na região este magnífico bolo de pastelaria com doce de ovos e canela no interior, que na versão moderna também pode ter chocolate. Os melhores pampilhos são os que, embora estejam tostados por cima, tenham a massa mal cozida por dentro... pois se estiverem muito cozidos por dentro tornam-se secos e sem aquele creme delicioso!

 

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Dá-me a sensação de que eles estão à venda, não só em Santarém e em Lisboa, mas um pouco por todo o país, é só perguntarem por eles... mas...

 

... Para quem gosta de se aventurar na cozinha podem consultar uma das várias receitas disponíveis na internet, encontrei esta por exemplo!

 

 

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Nota final aos nossos queridos mestes do Sapo Blogs, acrescentem esta palavra no vosso/nosso corretor ortográfico, pode ser? Obrigada!

 

 

 

 

 

A sopa da Pedra

Não sabem de onde sou?

 

Ora no final deste texto podem adivinhar... aqui nesta cidade três coisas têm muita fama: o melão, o vinho e a sopa da pedra...

 

A sopa da pedra essa então faz com que pessoas se inscrevam em excursões e em caravanas de autocarros... chegam cheias de vontade de provar essa iguaria (que aqui para nós é apenas sopa de batatas, carne, feijão e couves).

Ora conta a lenda...

 

.. que um frade andava no peditório. Chegou à porta de um lavrador, não lhe quiseram dar esmola. O frade estava a cair com fome, e disse:

 

- Vou ver se faço um caldinho de pedra!
E pegou numa pedra do chão, sacudiu-lhe a terra e pôs-se a olhar para ela, para ver se era boa para fazer um caldo. A gente da casa pôs-se a rir do frade e daquela lembrança.
Perguntou o frade :
- Então nunca comeram caldo de pedra? lhes digo que é uma coisa boa.
Responderam-lhe :
- Sempre queremos ver isso!
Foi o que o frade quis ouvir. Depois de ter lavado a pedra, pediu :
- Se me emprestassem um pucarinho.
Deram-lhe uma panela de barro. Ele encheu-a de água e deitou-lhe a pedra dentro.
- Agora, se me deixassem estar a panelinha ao das brasas.
Deixaram. Assim que a panela começou a chiar, tornou ele :
- Com um bocadinho de unto, é que o caldo ficava um primor!
Foram-lhe buscar um pedaço de unto. Ferveu, ferveu, e a gente da casa pasmada pelo que via. Diziafrade, provando o caldo :
- Está um bocadinho insosso. Bem precisava de uma pedrinha de sal.
Também lhe deram o sal. Temperou, provou e afirmou :
- Agora é que, com uns olhinhos de couve o caldo ficava que até os anjos o comeriam!
A dona da casa foi à horta e trouxe-lhe duas couves tenras.
O frade limpou-as e ripou-as com os dedos, deitando as folhas na panela.
Quando os olhos já estavam aferventados, disse o frade :
- Ai, um naquinho de chouriço é que lhe dava uma graça.
Trouxeram-lhe um pedaço de chouriço. Ele botou-o à panela e, enquanto se cozia, tirou do alforje pão e arranjou-se para comer com vagar. O caldo cheirava que era uma regalo. Comeu e lambeu o beiço. Depois de despejada a panela, ficou a pedra no fundo. A gente da casa, que estava com os olhos nele, perguntou:
- Ó senhor frade, então a pedra?
Respondeu o frade :
- A pedra lavo-a e levo-a comigo para outra vez.

 

E assim começou a fazer-se a dita sopa cá na terra!

 

Para quem se quiser aventurar deixo a receita:

 

Receita - Sopa da Pedra

Ingredientes:


- 2,5 l de água

- 1 kg de feijão vermelho

- 1 orelha de porco

- 1 chouriço de carne

- 1 chouriço de sangue (morcela)

- 200 g de toucinho

- 2 cebolas

- 2 dentes de alho

- 700g de batatas

- 1 molho de coentros

- Sal, louro e pimenta a gosto

 

Preparação:
Ponha o feijão a demolhar de um dia para o outro. De véspera, escalde e raspe a orelha de porco de modo a ficar bem limpa.

 

No próprio dia, leve o feijão a cozer em água, juntamente com a orelha, os enchidos, o toucinho, as cebolas, os dentes de alho e o louro. Tempere de sal e pimenta. Junte mais água, se for necessário. Quando as carnes e os enchidos estiverem cozidos, tire-os do lume e corte-os em bocados.

 

Junte, então, à panela as batatas, cortadas em cubinhos e os coentros bem picados.
Deixe ferver lentamente até a batata estar cozida. Tire a panela do lume e introduza as carnes previamente cortadas.

 

No fundo da terrina onde vai servir a sopa coloque uma pedra bem lavada.

 

a receita oficial pode ser lida aqui