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Aprender uma coisa nova por dia

Nem sabe o bem que lhe fazia

Das Viagens

Quantas vezes conseguimos encontrar, na vida, uma presença constante, que não pede nada em troca, que sorri de riso aberto, que se preocupa, indaga de nós quando nos sentimos em baixo, que aconselha com sensatez, que afasta com uma gargalhada aberta os fantasmas mais feios?

Quantas vezes conseguimos encontrar alguém, num acompanhamento de entrega, sem que fuja, sem que depareça num momento, mantendo-se num rochedo seguro de amizade?

Poucas, não é?

E quantas vezes o conseguimos fazer através de um ecrã? Disparando palavras, menos boas ou melhores? Quantas vezes damos conta que do outro lado pode haver alguém real, concreto, que os blogs não há só blogs mas gente real, de carne e osso, a quem nos apegamos, a quem doem as ausências, os silêncios?

Quase nenhumas.

Até que aparece a Magda.

Perdoai-me a lamechice. Todos nós temos direito a ela, sobretudo se é sábado e chove.

Aparece a Magda, que personifica o atrás descrito, sem qualquer fatalismo, sem qualquer drama. Sem se refugiar em subterfúgios. Que ri de alma aberta e coração entregue. Que diz de forma assertiva as certezas que nos fogem. Aparece a Magda, que nos conquista pelo que é, sem maneirismos, sem personagens. 

Apenas sendo ela.

Aparece a Magda num blog e aparece agora a Magda num livro.

Podemos vê-la, nas suas palavras, atiradas nas folhas. Podemos conversar com ela, assim, quase com simplicidade de dias bonitos. Ouvindo histórias e alegrias, ideias e opiniões. Rindo alto, como ela.

Podemos ler o livro “Viagens” e encontra-la, toda, quase inteira nas palavras que junta formando crónicas.

Podemos, e é raro, acreditem que é, quase nunca é possível, podemos também aprender com ela.

 

E é bem difícil aprender a ser tudo aquilo que ela é.

Vamos todos ler o livro?

 

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