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Aprender uma coisa nova por dia

Nem sabe o bem que lhe fazia

Hoje quero aprender sobre... As Superstições e as Suas Origens

Um leitor sugeriu este tema, e eu achei interessante. Não me considero uma pessoa supersticiosa, mas gosto de conhecer várias superstições.

Então vamos lá:

  • Dá azar abrir um guarda-chuva dentro de casa

 

 

    A maioria dos historiadores acredita que esta crença seja proveniente de Inglaterra: Harper, um cientista, escreveu “Em Londres do século XVIII, quando os guarda-chuvas à prova de água de metal começaram tornar-se uma visão comum, o seu mecanismo rígido tornava um verdadeiro perigo para ser aberto dentro de casa. Um guarda-chuva aberto de repente num quarto pequeno poderia ferir gravemente um adulto ou uma criança, ou partir um objecto. Mesmo um acidente menor poderia provocar palavras desagradáveis ou uma briga, sinal de má sorte para uma família família ou para amigos. Assim, a superstição surgiu como um elemento para impedir as pessoas de abrirem um guarda-chuva dentro de casa”.

    Contudo, há uma teoia que liga esta superstição a funerais: Os primeiros a utilizar o guarda-chuva, na Europa, foram os membros do clero. Usavam-no para se protegerem do clima que se vivia nos funerais. Devido a isso as pessoas começaram a associar os guarda-chuvas à morte de familiares e amigos, ficando receosos de cada vez que alguém os abria dentro de suas casas.

 

  • Dá azar passar debaixo de uma escada inclinada (escadote)

   

 

 Esta superstição existe há 5.000 anos no antigo Egipto. Uma escada encostada a uma parede forma um triângulo, e os egípcios consideravam esta forma sagrada (como podemos observar nas suas pirâmides). Eles consideravam que os triângulos representavam a trindade dos deuses, e passar por um triângulo era profaná-los.

    Curiosidade: Em Inglaterra, por volta de 1600, os criminosos eram obrigados a caminhar debaixo de uma escada em durante o seu caminho para a forca.

 

  • Partir um espelho dá 7 anos de azar

   

 

Na antiga Grécia, as pessoas tinham o habito de consultar “videntes de espelho”, que lhes diziam as suas fortunas através da análise dos seus pensamentos.

     Seguindo a explicação do historiador Milton Goldsmith, os videntes utilizavam agua e um espelho para poderem analisar a fortuna.  

Como o historiador Milton Goldsmith explicou em seu livro “Signs, Omens and Superstitions” (tradução livre, “Sinais, Presságios e Superstições”) (1918), “a adivinhação era realizada por meio de água e um espelho. Isto era chamado catoptromancia.“videntes de espelho”

No primeiro século d.C., os romanos acrescentaram uma ressalva para a superstição. Naquela época, acreditava-se que a saúde das pessoas mudava em ciclos de sete anos. Uma imagem distorcida resultante de um espelho quebrado, portanto, significava sete anos de má saúde e infortúnio, em vez de morte.

 

  • Bater na madeira para evitar o azar

      Dizem que quando fazemos um juramento devemos ter um crucifixo na mão, podendo a madeira dar sorte ao juramento.

 

  • O número 13 dá azar

       Para saberem mais sobre esta superstição leiam este post.

  • Cruzar os dedos

  

É um gesto universal, mas há muitas teorias sobre a sua origem. Uma delas conta que, quando o cristianismo era ilegal, cruzar os dedos era uma forma secreta para os cristãos se reconhecerem uns aos outros. Outra é que, durante a Guerra dos Cem Anos, um arqueiro cruzava os dedos para rezar pela sorte. Uma outra teoria, a mais antiga de todas, conta que os dedos cruzados foram usados como um gesto para afastar as bruxas entre outros espíritos do mal.

 

  • Trevo de 4 folhas

  A história conta que quando Adão e Eva foram expulsos do Jardim do Éden, Eva levou um trevo de quatro folhas, como lembrança de seus dias magníficos, no paraíso.

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