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Aprender uma coisa nova por dia

Nem sabe o bem que lhe fazia

Alfarrobas

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Como já disse aqui, adoro alfarrobas. A alfarroba é a vagem da alfarrobeira. Tem um aspecto semelhante ao do feijão verde. Desde os tempos dos romanos, que é consumida, preferencialmente depois de secar. 

A alfarroba possui apenas 0,7% de gordura e à volta de 38% a 45% de açúcares naturais (sacarose, glicose e frutose), o que a torna no substituto perfeito para o açúcar, sendo bastante usada, hoje em dia, em culinária.

Dentro da alfarroba encontram-se 10 a 16 pequenas sementes. Durante séculos achou-se que o peso da ditas sementes era sempre igual pelo que era bastante usado para pesar ouro e pedras preciosas no Oriente Médio. O nome das sementes - quilates - deu o nome à medida que hoje é usada para esse efeito.

A semente de alfarroba é utilizada em várias indústrias, como a farmacêutica (para dar forma a alguns comprimidos), a cosmética (quanto mais os cremes forem hidratantes, mais goma da semente de alfarroba têm, o chamado E410, que absorve a água), a alimentar (como aditivos para pudins, papas de bebé e estabilizantes de gelados), a têxtil e do papel.

A alfarroba é um alimento saudável e de elevado valor nutritivo. Tem, na sua composição, vitamina B1, A e B2, ajudando, por isso, a melhorar o funcionamento do sistema nervoso, músculos, coração e o raciocínio, colabora no crescimento dos ossos e dentes, vitalidade da pele e saúde da visão, entre outras vantagens.

O pó ou farinha de alfarroba, feito com a vagem torrada e moída é utilizado para substituir o cacau.

Além de nutritivos e saborosos os produtos feitos com alfarroba são isentos de lactose, glúten e açúcar.

Eu, pessoalmente, adoro comer a vagem seca. Mas também já comi pão de alfarroba, que é uma delicia.

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