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Aprender uma coisa nova por dia

Nem sabe o bem que lhe fazia

Truques para deixar (de vez) de consumir açúcar

Açúcar.jpg

Diabetes, problemas cardiovasculares, excesso de peso, gordura acumulada. São estes apenas alguns dos problemas causados pelo consumo excessivo de açúcar.

Seja sob a sua forma mais natural, seja escondido e camuflado em grande parte dos alimentos diariamente ingeridos, o açúcar é o ‘veneno’ da actualidade e torna-se cada vez mais prioritário regular ou até mesmo banir o consumo.

A revista Health revela alguns truques básicos para que o corpo comece a desabituar-se da necessidade de açúcar, situação que, a longo prazo, poderá resultar num consumo mais reduzido ou quase nulo.

Açúcar branco (ou refinado) e adoçante (ou outro tipo de açúcar artificial) são os primeiros nomes a eliminar da lista de compras. Em alternativa, existe o açúcar mascavado, o agave, o mel, o açúcar de coco ou a stevia, contudo, todos requerem um consumo moderado pois, a final de contas, são igualmente açúcar. O mesmo acontece com os refrigerantes e sumos: sejam naturais, normais ou light, todos devem ser evitados pois contêm altas doses de açúcar – seja no estado natural ou sob químicos e de forma adicionada.

Mesmo que o objectivo seja deixar de consumir açúcar o quanto antes, o corte neste alimento nunca deve ser radical, sob a pena do corpo reagir negativamente à sua falta, situação que pode causar náuseas, dores de cabeça, ansiedade e fome ‘artificial’. Assim sendo, não deixe de açucarar o café, mas faça-o com menos quantidades, como não deve também deixar de vez de comer bolos, bolachas e doces. Estes novos hábitos devem ser feitos de forma gradual e ponderada, diz a Health.

Além de evitar comer em restaurantes pizas e massas com molhos (duas refeições que, sozinhas, conseguem bater os níveis de açúcar de um bolo qualquer), deve reduzir o tamanho do açucareiro que tem na mesa do pequeno-almoço. Se a quantidade existente no recipiente for pequena, a quantidade a usar tende a ser igualmente pequena.

Uma outra forma de acabar de vez com o consumo de açúcar é criar pontos estratégicos em casa para colocar os alimentos ‘proibidos’. Por exemplo, os chocolates, bolos e pudins (enquanto ainda fizerem parte da lista de compras) devem ser colocados no fundo do frigorífico e, de preferência, tapados por outros alimentos e mais saudáveis. Quanto às bolachas, batatas fritas e molhos para massa enfrascados, esses devem ficar nos armários mais altos da cozinha e também encobertos por outros alimentos. O objectivo é que caiam no esquecimento e que deixem de ser as primeiras opções para as refeições ou snaks.

Descobrir novos alimentos é sempre uma boa forma de escapar aos produtos processados e ricos em açúcar, sal e gorduras saturadas. Experimentar novas frutas, conjuga-las com iogurtes baixos em matéria gorda ou até mesmo criar os próprios bolos saudáveis são formas de deixar de usar o açúcar refinado ou os alimentos menos saudáveis.

E encontrar novas formas de adoçar é também importante para evitar o açúcar. A canela e a essência de baunilha assumem-se como as escolhas mais acertadas.

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Encontrei esta notícia aqui e pareceu-me bastante adequada. Podem encontrar aqui mais dicas de como deixar de consumir tanto açúcar

Coroa da Nossa Senhora de Fátima

Coroa.png

A coroa mais importante de todas as ofertas à Nossa Senhora de Fátima, está guardada no  Edifício da Reitoria de frente à capelinha das aparições, na exposição "Fátima Luz e Paz"

 

Esta coroa está cheia de simbolismo e fé (para alguns coincidência).

 

As primeiras aparições tiveram inicio em 13 de Maio 1917, durante a I Guerra Mundial em que Portugal esteve presente, e apesar de muitos não acreditarem foi prometido e feito o milagre, a guerra terminou.

 

Em agradecimento por Portugal, e os seus maridos, não integrar a II Guerra Mundial as mulheres portuguesas ofereceram em 1942 o seu ouro, que foi fundido e criada a coroa mais importante, que apenas sai da galeria nos dias das cerimónias principais no Santuário de Fátima.

 

A bala, que em 13 de Maio de 1981, atingiu o Papa João Paulo II, foi oferecida em agradecimento por ter sobrevivido ao atentado que segundo percebi mas não consegui confirmar terá ocorrido as 19:17, retirando a separação 1917 (ano das aparições).

 

Aqui entra a fé (ou a coincidência) a bala foi colocada na coroa por baixo da bola azul, que simboliza o globo, num orifício que sempre existiu desde a criação da coroa em 1942.

 

Como encaixou certo? Explica-se com fé!

do menino da lágrima

quem não conhece o quadro da criancinha que chora, copiosamente, com o cabelo lambido e um ar deprimido de quem acabou de ver o testículo esquerdo (ou direito, não creio que faça grande diferença) esmagado?

toda a gente, evidentemente, a não ser a magda (mas isso é outra história).

Quadro Menino Lágrima.jpg

 

esse é o "menino da lágrima": vinte e sete obras pintadas pelo italiano conhecido como giovanni bragolin, entre as décadas de 1970 e 1980. 

porque é que falo dele? porque é bem.... sinistro!

o que se diz é que esta criancinha, à laia dos emigrantes do mediterrâneo era órfão. só que em vez de a família morrer por afogamento morreu num incêndio. mais fresquinho, portanto.

ora, como os pais tinham morrido esturricados e só sobrava ele (de certeza que sem aquele cabelinho à beto - terá vindo daqui a moda do outro bimbo do justin?) o bragolin depois de o retratar nessa dor decidiu acolhê-lo como um filho (idiota). nesse mesmo dia (ou noutros, pronto, o que interessa é a continuidade da história) o padre da aldeia do pintor tentou avisa-lo que a criancinha atraía o azar e que por onde passava se espalhava o infortúnio, sendo mesmo conhecido como o el diablo.

o outro, tolinho, não quis saber e criou o puto como um filho.

é neste momento que, num lindo dia de sol (ou de chuva, sei lá, ou de noite, não sei, pronto, num dado momento) um incêndio lhe destruiu o atelier e a fortuna (parece que não existiam multibancos na altura). desgraçado e nas ruas da amargura (e sem o apoio do bimbo chorão que fugiu sem deixar rasto) o pintor não só deixou de conseguir vender as suas obras como entrou numa profunda miséria, acabando por, em desespero de causa, fazer um pacto (não sei se ainda é pacto ou pato, mas não me parece que pato se enquadre aqui) com o diabo: em troca da venda dos seus quadros vendia a sua alma.

tudo muito lindo até aqui, não fossem as certezas de muita gente que o pacto resultou.

na verdade, as obras espalharam-se como cogumelos e ainda se encontram umas quantas em várias casas (a minha bisavó, por exemplo, tinha uma ao lado do papa e do salazar. com a nossa senhora de fátima abaixo e um ramo de rosas). 

pior, pior? também reza a lenda que anos mais tarde, as casas onde estava o dito quadro tinham tendência a sofrer de estranhos incêndios, queimando-se tudo excepto o quê? pois, a carinha laroca da criancinha (farto-me de dizer que as criancinhas são maléficas, mas ninguém me liga nenhuma!).

mais! a quantidade em casas incendiadas onde existiam cópias do quadro foi tão grande, que espalharam-se rumores por toda a grã-bretanha, dando forma a uma maldição. assim, perante a quantidade de gente que se queria livrar do quadro, o jornal the sun (londres) passou a recolher as reproduções, com o apoio dos seus leitores, para que fossem destruídas, tendo sido incineradas centenas delas perante alguns membros do corpo de bombeiros local.

 

de qualquer das formas, mesmo que esta porcaria não fosse verdade, afinal que sádico quer um quadro daqueles na parede da sala?

(atenção que a minha bisavó não era sádica!)

 

inté, pessoal!

“Alterações Climáticas” e “Extinção de Espécies”

 As “alterações climáticas” estão aí. Alguém duvida?

 Quando ouço ou leio notícias alusivas às “alterações climáticas” lembro-me (sempre) do fabuloso documentário de Al Gore[1]: “Uma Verdade Inconveniente” - uma abordagem de grande qualidade técnico-científica sobre as mudanças climáticas, mais especificamente sobre o aquecimento global. Num apelo à “consciência ecológica” de todos, Al Gore demonstrou as consequências desastrosas das “alterações climáticas” se os países nada fizerem para inverter a situação.

 Mas sempre houve alterações climáticas ao longo da história da Terra, dirão alguns de vós. Sim, é verdade. Todavia, o ritmo e a intensidade dessas alterações são, atualmente, maiores e têm efeitos mais gravosos.

 Entre os vários impactes ambientais graves, está a diminuição da biodiversidade do planeta; será sobretudo na América do Sul, Austrália e Nova Zelândia que o problema terá maior impacte, pois são países com grande diversidade de espécies, muitas delas endémicas.

 Além da destruição de habitats provocada pelo aquecimento global, a desflorestação, a poluição e a exploração excessiva dos recursos naturais são, também, fatores que provocam efeitos negativos na vida selvagem. Ou seja, a atividade humana, tal como foi demonstrado em 2007[2], é a principal causa destas alterações.

 De acordo com um estudo de investigadores da Universidade de Connecticut nos EUA: “uma em cada seis espécies enfrenta perigo de extinção devido às alterações climáticas”.

 Se os governos mundiais não adotarem uma política ambiental que “reforce as medidas de contenção das emissões de CO2”, responsáveis pelo aquecimento global, as extinções de espécies serão uma realidade e as sociedades humanas sofrerão consequências ao nível da sua economia, da sua cultura, da sua segurança alimentar e da sua saúde.

 

NOTA: em Portugal, à semelhança do que acontece a nível mundial, também existem algumas espécies ameaçadas.

 De acordo com a WWF[3], as cinco espécies mais ameaçadas e mais emblemáticas de Portugal são:

o sobreiro (Quercus suber); a águia-imperial ibérica (Aquila adalberti); o lince ibérico (Lync pardinus); o saramugo (Anaecypris hispanica) e a foca monge do Mediterrâneo (Monachus monachus).

 

Mais aqui:

http://greensavers.sapo.pt

http://www.wwf.pt/o_nosso_planeta/alteracoes_climaticas/

 

 

[1] Jornalista, ecologista, ativista e político norte-americano (vice-presidente durante a administração de Bill Clinton), que ganhou o prémio nobel da paz em 2007 junto com o Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas da ONU.

[2] Segundo cientistas especializados, reunidos no Painel Intergovernamental de Alterações Climáticas.

[3] WWF - “World Wildlife Fund” (“Fundo Mundial da Natureza”).

Vacinação: Não duvidem da sua importância!

Não só na blogoesfera, mas especialmente na minha prática clínica, vou verificando que existe uma crescente de opiniões "anti-vacinação".

 

Dou comigo muitas vezes a pensar, até que ponto é que as pessoas têm efetivamente noção do que estão a fazer a elas mesmas, mas acima de tudo, a toda a população no geral quando optam por não se vacinarem, e não vacinarem os seus filhos. 

 

 

Antes de mais tenham em conta que sou totalmente a favor da Vacinação. E classifiquem-me como suspeita dada a minha profissão, mas sou a favor da Vacinação porque muito mais do que determinados tratamentos, a Vacinação É SIM essencial à erradicação de determinadas doenças, e TEM SIM erradicado algumas ao longo dos últimos anos, desde a sua implementação, como o caso da poliomielite no Brasil. Para além disso, tem também diminuído a incidência de algumas doenças como é o caso do Tétano, por exemplo.

Doenças estas que embora tenham morto muitas pessoas, acima de tudo, deixaram muitas outras com uma péssima qualidade de vida!

E já agora, por Vacinação, vou reduzir este post e todas as palavras que aqui coloco, no mínimo, às Vacinas obrigatórias e portanto, aquelas que se encontram no Plano Nacional de Vacinação.

 

Mas antes de fazer um resumo sobre a ambivalente demarcação que hoje em dia vivemos no que toca à vacinação, deixem-me primeiro esclarecer alguns conceitos que lhe estão inerentes.

Vacinar implica a introdução de um antigénio num organismo, de forma a suscitar da parte deste, uma resposta imunológica idêntica à que se seguiria se a pessoa contactasse com o agente que causa a doença. Esta imunidade tem como objetivo produzir, em quem é vacinado, um grau de resistência idêntico ao que resultaria se este tivesse sofrido a doença, mas com a ausência dos inconvenientes desta, ou pelo menos, minimizando-os o quanto possível.

E tal como referi no inicio, para além da proteção individual que confere, a vacinação pretende o controlo, ou mesmo a erradicação, de determinado microrganismo que estimula determinada doença. Contudo, para tal ocorrer, tem de haver um certo número de pessoas vacinadas.

Ou seja, se poucas pessoas se vacinarem contra determinado microrganismo, embora estejam mais imunes a esse mesmo microrganismo, a sua imunidade poderá não ser tão forte, como seria se várias pessoas se vacinassem contra esse microrganismo. Daí, que a Vacinação seja fundamental para todos, de forma a que se produza (ou no mínimo, se tente produzir) o efeito de Imunidade grupal.

 

Agora, por norma, quem é a favor da Vacinação defende exatamente tudo aquilo que acabei de descrever (e muito mais, mas que se torna complicado de colocar aqui, num só post).

Quem é contra a Vacinação, por norma alega que:

  • As Vacinas podem provocar autismo (algo que não tem como base nenhuma evidência cientifica e que como devem calcular será extremamente difícil de comprovar, dada a especificidade da patologia em causa. Para além disso o único estudo que deu origem a uma conclusão que roçava esta afirmação, não era válido pois os resultados foram influenciados, por quem o coordenou, e atualmente o respetivo médico, perdeu a sua Licença e já não pratica Medicina. Podem consultar mais informação aqui);
  • Cada um sabe de si, e que os Pais é que sabem se irão querer Vacinar ou não os seus filhos (É verdade que faz parte da opção de cada Pai/Mãe saber como há-de educar os seus filhos, mas no que toca à Vacinação estamos a entrar numa área da Saúde Pública, onde uma atitude, por mais individualista que seja, influencia sempre os demais. Neste caso, todos estamos implicados, como já expliquei anteriormente, portanto Vacinar não é uma questão de opção de Educação, mas sim de necessidade para a promoção da saúde e prevenção de doenças no que toca a uma comunidade);
  • A Imunidade Natural vem com o corpo do bebé e que temos de a deixar atuar sem a influência da Vacinação (Isto até poderia ter sido verdade na era da minha avó que já faleceu perto dos 100 anos de idade, mas não na nossa! Não se esqueçam que hoje em dia, mesmo a vida de campo, já não é tão saudável em toda a sua ambiência, como era antigamente. Muitos fatores de risco para o desenvolvimento de determinadas doenças são hoje muito bem conhecidos, e a Vacinação vem ajudar-nos a lidar da melhor forma com elas, diminuindo a nossa probabilidade de as apanhar, ou erradicando-as, se possível)

 

Por último, e para não vos maçar mais, mas para vos mostrar (só mais um pouco...) como a Vacinação é importante, deixo-vos com um vídeo de uma bebé que por não ter sido Vacinada (Por opção dos Pais) acabou por contrair Tosse Convulsa e... poderão ver o resultado nos primeiros segundos do seguinte video, que aproveito para referir, que pode chocar os mais sensíveis. 

 

 

 

É verdade. O Vídeo é chocante!

Mas sinceramente, a decisão de não vacinar também o é, e vagueia por aí, cada vez com maior velocidade. E com esta decisão... alguém se choca?

Como comer fruta

 

A Fruta é o mais perfeito alimento, pois gasta uma quantidade mínima de energia para ser digerida e dá ao nosso corpo o máximo de retorno.

 

fruta.jpg

 

A fruta é constituída por frutose, que pode facilmente ser transformada em glicose (carboidrato que faz o nosso cérebro trabalhar) e por 90% a 95% de água. Isto faz com que a fruta alimente e limpe o organismo ao mesmo tempo.

O único problema com as frutas, é que a maioria das pessoas não sabe como comê-las de forma a permitir que o corpo use efetivamente os seus nutrientes.

Assim, deve-se comer as frutas sempre com o estômago vazio. Isto porque as frutas não são, em princípio, digeridas no estômago; são digeridas no intestino delgado. As frutas passam rapidamente pelo estômago, indo para o intestino, onde libertam os seus açúcares. Porém, se houver carne, batatas ou amidos no estômago, as frutas ficam presas e começam a fermentar.

Nunca lhe aconteceu comer fruta como sobremesa depois de uma refeição farta e depois sentir-se mal disposto e farto? Isso acontece porque a fruta foi fermentada no estômago.

Para além disto, a melhor fruta a ser consumida é a fresca ou beber o própio sumo feito na altura e bebê-lo de seguida.  Deve colocar a fruta desejada numa centrifugadora e beber o sumo extraído de seguida com o estômago vazio. Assim, o sumo é digerido tão depressa que pode comer uma refeição 20 minutos mais tarde. 

 

 

 

Infertilidade Feminina

 Como devem saber na passada segunda feira foi o dia de todas as crinças- http://aprenderumacoisanovapordia.blogs.sapo.pt/dia-mundial-da-crianca-50852. Mas há muiitos casais que não as conseguem ter. 

 

Nos últimos anos o aumento da infertilidade é notório e hoje deixo-vos alguns dos factores femininos que contribuem para tal.

 

Obesidade: o excesso de peso reduz a produção de hormonas, prejudicando o bom funcionamento dos ovários.

Se o excesso de peso é um dos factores que causam infertilidade, a magreza é outro: as mulheres com um índice de massa corporal reduzido têm dificuldades em produzir leptina, o que leva à ausência da menstruação.

Idade: Devido À menopausa

Genes Maternos: Se a nossa progenitora teve a menopausa cedo, é normal que nós também tenhamos, sendo a fecundação cada vez mais fraca. 

Químicos: A exposição a poluentes, pesticidas e compostos industriais diminui a capacidade de uma mulher engravidar em 29%

Tabaco, drogas e álcool- 13% dos casos de infertilidade do mundo têm como consequência o tabaco.

Amamentação: No período de amamentação há menos probabilidade de engravidar.

Exercício físico em excesso: treinar exageradamente alteras as hormonas e prejudicar a ovulação.

 

 

Fontes:

  • http://www.hmsj.com.br/centroreproducaohumana/causas-infertilidade
  • http://www.brasilescola.com/biologia/infertilidade.htm

Reação Vagal

Desmaio, sincope ou reacção vagal termina tudo no chão!

 

Vou só focar-me na reacção vagal que não é mais que um desacelerar do coração, uma quebra da tensão arterial ou diminuição temporária de sangue e oxigénio no cérebro, provocado por uma anormal estimulação do nervo vago.

 

Este tipo de desmaio é mais frequente em pessoas jovens e sem doenças, e normalmente ocorre após sintomas de suores, frios palidez e visão escurecida.

 

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Esta reacção pode ser provocada por dor intensa, calor forte, ficar muito tempo em pé, por medo ou estados de ansiedade. É uma causa de desmaio quando fazemos um ferimento em zonas sensíveis, quando se tem pavor a agulhas e é preciso tirar sangue, em cirurgiões ou guardas que ficam muito tempo de pé sem movimento (como aconteceu nas comemorações do 10 de Junho de 2014, ao presidente Cavaco Silva)

 

Há situações em que um estimulo vagal não é suficiente para o desmaio provocando apenas mal estar, tonturas, enjoos e vómitos, que estando sentado ou deitado alguns minutos restabelece.

 

Apenas como curiosidade, a estimulação do nervo vago pode ser feita de forma propositada para fins terapêuticos, a massagem vigorosa do seio carotídeo com os dedos  é chamada de manobra vagal. Algumas arritmias com frequências cardíacas elevadas podem ser controladas apenas com estímulo repetido no seio carotídeo, através de intensa massagem na região lateral do pescoço.

injúria e difamação

o post de hoje é curto e grosso e visa diferenciar umas coisitas que nem sempre são distintas na cabeça das pessoas.

 

assim, qual a a diferença entre injuria e difamação?

 

dispõe o nº 1 do art. 180º do Código Penal, cuja epígrafe é “difamação”, que «quem, dirigindo-se a terceiro, imputar a outra pessoa, mesmo sob a forma de suspeita, um facto, ou formular sobre ela um juízo, ofensivos da sua honra ou consideração, ou reproduzir uma tal imputação ou juízo, é punido com pena de prisão até 6 meses ou com pena de multa até 240 dias».
E dispõe o nº 1 do art. 181º do Código Penal, sobre o crime de "injúria", que «quem injuriar outra pessoa, imputando-lhe factos, mesmo sob a forma de suspeita, ou dirigindo-lhe palavras, ofensivos da sua honra ou consideração, é punido com pena de prisão até 3 meses ou com pena de multa até 120 dias».

 

em suma, a linha essencial da distinção entre a difamação e injúria reside no facto de o ataque ser directo à pessoa do ofendido, sem intermediação, no caso da injúria, ou ser feito através de terceiros, no caso da difamação.

 

ou seja, e pondo em termos práticos: 

a) quando dizem "tu, M.J., és uma cadela nojenta" estão a injuriar-me.

b) quando dizem à prima da M.J., ao vizinho ou a qualquer pessoa que "a M.J. é uma cadela nojenta" estão a difamar-me.

 

alguma questão?