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Aprender uma coisa nova por dia

Nem sabe o bem que lhe fazia

Tabuada dos Nove

Tabuada dos Nove

 

Não é que tenha tido grandes dificuldades com matemática, sempre foi a minha disciplina favorita, mas como é o "bicho papão" de muita gente, vou deixar-vos um truque que achei alguma piada e que facilita nos momentos em que a memória não ajuda, mesmo para quem sabe!

 

A ideia é com as duas mãos abertas baixamos o número que vai ser multiplicado por 9, no exemplo temos 9x4, logo baixamos o quarto dedo, depois verificamos quantos dedos ficam à esquerda que representam as dezenas e quantos ficam a direita e encontramos as unidades.

images.jpg

neste caso baixando o quarto dedo

 o numero de dedos à esquerda é 3

 o numero de dedos à direita é 6

logo temos 9x4=36

 

a esta altura já estão com as mãos no ar e calculadora pronta (ou a memória activada) para testar a veracidades desta informação ...

 

então peguem abram as mãos e comecem a conferir pela tabela abaixo!

 

Para não esquecer ...

9x1 = 09

9x2 = 18

9x3 = 27

9x4 = 36

9x5 = 45

9x6 = 54

9x7 = 63

9x8 = 72

9x9 = 81

9x10 = 90

 

CURIOSIDADES:

  1. A soma dos números do resultado é sempre nove, ou seja 9x4=36 »»» 3+6=9, 9x8=72 »»» 7+2=9
  2. Podemos obter o resultado mentalmente, sem os dedos, o numero das dezenas é o anterior ao múltiplo e a soma dos numero do resultado é nove, então 9x6 = 5 (é anterior ao 6) e 4 (9-5=4) ou seja 54
  3. A Sofia Margarida lembrou e bem, que podemos obter o resultado, escrevendo na vertical os números de 0 a 9 e depois de 9 a 0, obtendo os resultados da tabela acima.

 

É POR ESTAS CURIOSIDADES E TRUQUES QUE ACHO A MATEMÁTICA MUITO INTERESSANTE!!

Hhimera

da depressão

não creio que haja muita gente, nos dias que correm, a achar que a depressão é coisa de meninos, gente sem nada para fazer ou pessoas que não batem bem da cabecinha. no entanto, também não acreditava que houvesse alguém a dizer que o sol anda à volta da terra e eis que me surpreendo com tamanhas alarvidades pelo que, enfim, nunca é demais esclarecer.

este post não vai incidir sobre causas ou tipos de depressão (era coisa para vários capítulos) mas sim, unicamente, sobre como é sentir-se deprimido. e quem vos escreve fala com conhecimento directo de causa.

na verdade, para conseguir esclarecer alguém que nunca passou por uma "cena" destas costumo fazer um exercício simples (não resulta muito bem se estivermos a fazer isto numa noite de copos): consegues lembrar-te mais ou menos da dor que sentiste no pior momento da tua vida? como as entranhas se contorciam, o corpo parecia revoltar-se ao respirar, a dor invadia o espírito? consegues? agora imagina o que é sentir isso durante todo o tempo. todo o dia, todos os meses, até mesmo anos. sem uma pausa. sempre.

isso é estar deprimido.

estar triste é mau mas não comparável sequer com a depressão. dizer-se "ah, está triste, coitado, está deprimido" é uma falácia incrível porque na verdade todos nós já nos sentimos tristes um dia ou outro e ultrapassamos. acreditarmos que isso é a depressão faz com que levemos menos a sério os doentes, achando-os dramáticos sem motivo. é que normalmente, quando as pessoas estão tristes mantêm ainda o respeito por si próprias, sentem-se melhor depois de chorar, tendem a confiar nos outros para os seus desabafos. e isso ajuda. já quando estamos deprimidos o respeito por nós mesmos diminui, fartamo-nos de chorar mas a dor só aumenta e sentimo-nos num mundo à parte, e.ts de outra galáxia porque ninguém parece compreender a nossa dor por mais que expliquemos. eventualmente acabamos por desistir.

estar deprimido é como cair num buraco negro vazio. e quando a depressão vai aparecendo lentamente, sem uma razão óbvia para o mundo, este sentimento de cair pode ser tão lento que parece que estamos a ver isso acontecer, como uma aranha na banheira a ser empurrada para o ralo pela água, tudo fugindo ao nosso controlo.

no inicio é normal debatermo-nos, não acreditando que realmente as coisas estão a acontecer. voltamos a tentar fazer as coisas que antes faziam sentido, num esforço de controlar os sentimentos. algumas pessoas nem têm força para o fazer deixando-se empurrar para o ralo, juntamente com toda a sujidade e os cabelos.

depois deixamos de nos importar com coisas que antes faziam o nosso mundo. tentamos convencer-nos que são importantes, ainda, mas não são. começamos a achar que o melhor é suicidar-nos e acabar com tudo. torna-se um alivio imaginar dias, horas, maneiras de o fazer, como a única coisa que porá fim áquele sentimento de dor horroroso. sabemos que não podemos fazê-lo porque as pessoas que nos amam não deixam. nessas alturas começamos a desejar ter uma doença qualquer terminal para termos jusitificação para desistir da luta sem pôr em causa o amor pela familia e amigos.

sentimo-nos cansados, apáticos, aborrecidos da vida e tudo é um tormento. os dias de sol ou chuva são iguais a longas horas de angústia e dor. nada nos alegra, nada nos distrai. estamos perdidos dentro de um labirinto de desespero. não conseguimos sentir mais nada que não isso. estamos exaustos, desesperados, impotentes, sozinhos, demasiados cansados para sentir.

é por isso que devemos pensar bem sempre que nos pomos, do alto da nossa ignorância e arrogância a julgar quem se suicida ou quem se tenta suicidar. não temos capacidade de saber o que faríamos na situação da pessoa que o decidiu. achamos que sabemos o que fariamos na alta compreensão de nós mesmos.

mas não sabemos.

não temos como saber. somos demasiado humanos e como tal cheios de falhas, incompreensão e falta de sabedoria para pudermos julgar ou sequer tentar perceber o que leva alguém a acabar com a dor que era a sua vida.

e não. não chamemos deus (assim, com letra minuscula), a religião ou outras coisas bonitas para avançarmos o que a ou b deve fazer. as decisões de cada um são tomadas pelas circuntâncias e vida de cada um. e a depressão é uma circunstância tão grande que pouca gente está habilitada a compreendê-la.

a depressão dói. mata. dilacera. é grave.

sejamos por isso mais compreensivos para quem morre ou sobrevive com ela.

 

fonte: guia elementar depressão, Sue Breton

Aparelho Ortodôntico

Não sei se sabem, mas eu uso aparelho ortodôntico, então decidi falar dele, aqui no blog.

O aparelho ortodôntico, ou aparelho dentário, é um dispositivo utilizado pelos ortodontistas nos seus pacientes para fazer o alinhamento dos dentes quando eles se desenvolvem com uma má formação. Serve para corrigir a posição dos dentes para fins estéticos e funcionais.

Tipos de Aparelho Ortodôntico

Existem vários tipos de aparelhos ortodônticos, dentre eles os aparelhos fixos e os aparelhos removíveis (eu uso aparelho fixo, mas também já usei removivel):

  • Os aparelhos removíveis estão mais indicados para pequenos movimentos dentários e pacientes em fase de crescimento onde se pode aproveitar o crescimento deste paciente.
  • O aparelho fixo, composto por bráquetes coladas aos dentes, estão mais indicados para pacientes onde se necessita de uma movimentação maior dos dentes impedindo inclinações indesejáveis.

História do aparelho ortodôntico

Em 1881, pesquisadores ingleses encontraram uma múmia, nas margens do rio Nilo, no Egito, com idade estimada por arqueólogos entre 3000 e 2500 anos de idade, que tinha uma espécie de aparelho dentário. Era uma tira de metal, que prendia os dentes mais tortos da múmia.

Acredita-se que desde a Grécia Antiga a correção dos dentes tortos já era uma preocupação discutida entre o filósofo Aristóteles e Hipócrates, o Pai da Medicina. No século 1 a.C, o fisiologista romano Aurelius Cornelius Celsus escreveu um tratado no qual recomendava a pressão dos dedos para corrigir a arcada dentária.

A ortodontia pouco se desenvolveu durante a Idade Média, voltando a ser explorada apenas em 1728, pelo dentista francês Pierre Fauchard, que escreveu o livro O Cirurgião Dentista, onde dedicou um longo capítulo às formas de correção dentária, apresentando ainda um dispositivo de metal chamado bandeau. Em forma de ferradura, o acessório ajudava a expandir a arcada dentária e, assim, acomodar melhor os dentes que estavam apinhados.
A ortodontia moderna, por sua vez, só surgiu 90 anos mais tarde, em 1819, quando o francês Gaston Delabarre inventou o fio metálico que é fixado aos dentes, o arco ortodôntico conhecido atualmente. Em 1880, o norte-americano Norman Kingsley escreveu o Tratado sobre Deformidades Orais, que foi a base da ortodontia usada até o século XX.

O aparelho ortodôntico foi evoluindo aos poucos e em 1950, o dispositivo passou a ser feito de aço inoxidável e, 15 anos mais tarde, os bráquetes passaram a ser colados diretamente nos dentes, dispensando extensões para fora da boca. Ainda em 1975, foi inventado o primeiro aparelho “invisível”, desenvolvido pelo dr. Craven Kurz, dentista norte-americano, para os artistas de Hollywood que precisavam de tratamento ortodôntico

 

 Fonte 1;Fonte 2

 

 

 

Mochila

Neste post eu vou falar de mochilas que é uma coisa que muita gente usa, não só para o uso escolar mas também para outras coisas, e dá muito jeito.

 

Uma mochila é, em sua forma mais simples, um saco de lona ou tecido sintético resistente que é carregado nas costas de uma pessoa, e apoiada através de duas alças que se estendem acima dos ombros e debaixo das axilas. Utilizada por soldados, excursionistas, estudantes, ect. para transportar artigos de uso pessoal, provisões, material e itens variados.

Foi criada originalmente na África antiga, em um formato diferente do atual. Eram feitas de emendas de peles de animais considerados poderosos ou dignos de respeito. Era utilizada para carregar água, comidas em geral, filhos raramente, etc.

Na indústria é denominada mochila uma caixa de chapa soldada a uma tubagem ou conduta, cheia com betão ou outro material, com o objectivo de prolongar a vida da conduta na sua resistência ao desgaste e ao calor, neste caso muito usada na indústria cimenteira com betão refratário.

Uso escolar:

 

 O ideal é que os estudantes (crianças e adolescentes) carreguem até 10% do próprio peso. "A mochila deve ter duas alças, estar acima da linha da cintura e ser levada sempre nas costas", alerta Luiz Eduardo Carelli, especialista do Centro de Tratamento das Doenças da Coluna do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into). 

Mas se há recomendações e regras, porquê que  crianças continuam a carregar mochilas pesadas? A fisioterapeuta Susi Fernandes levanta algumas hipóteses. A primeira delas está relacionada ao material carregado a mais, que não faz parte da vida escolar, mas é levado pelo estudante, como equipamentos eletrônicos, brinquedos e roupas. O peso da própria mochila, que sozinha pode chegar a cinco quilos, também deve ser considerado. E o armário na escola, apontado como uma boa solução para evitar a sobrecarga, pode ser um vilão se alunos e professores não se organizarem. “De que adianta ter armário se o aluno precisa de  levar material para casa para estudar?”, questiona.

Para compreender o que professores sabem e pensam, a fisioterapeuta pesquisou o assunto. Sem preparo, não levam em conta a questão do  peso na hora de escolher o material didático, por exemplo. E a escola também não organiza o horário de forma mais sensata, que proporcione aos estudantes a possibilidade de carregar menos peso.

 

Também pode ver este post aqui.

 

Fonte:

Wikipédia

 

Constipações

Hoje vou falar de Constipações, um mal muito frequente nesta época do ano, ou então não...

Depois de ler este artigo aqui http://www.ptmedical.pt/constipacao-crencas-e-expetativas-desmistificadas/, achei que era um tema  muito pertinente para esta rubrica, principalmente para desmistificar muitas crenças comuns relativas a esta doença.

constipada.jpg

 «Ao contrário do que muitas pessoas pensam, a constipação não é causada pelo frio, pelas correntes de ar nem pela humidade. Como se apresenta com maior incidência no Inverno, associou-se esta doença ao frio, à humidade e às correntes de ar.

A constipação é causada por um vírus, sendo o Rinovírus o mais frequente de entre os mais de 200 vírus causadores desta doença. Este vírus pode sobreviver nas mãos ou em várias superfícies e ambientes durante várias horas, sendo que a principal via de infecção é a auto inoculação do nariz ou dos olhos após o contacto com secreções infectadas.

Depois de ocorrer a infecção, os sintomas começam a manifestarem-se dentro de 10 a 12 horas e começa com uma dor ou sensação de garganta arranhada, seguida por secreções nasais aquosas e nariz entupido, olhos lacrimejantes, espirros e tosse. O pico da doença ocorre no segundo ou terceiro dia. As secreções nasais pioram e podem tornar-se mais espessas e com aspecto amarelado/esverdeado. Esta descarga muco purulenta é comum e não indica necessariamente a presença de bactérias, o que não torna necessária a introdução de antibióticos no tratamento.

Outros sintomas da constipação incluem o mal estar, fadiga, dor de cabeça, rouquidão, dores articulares, pressão no ouvido, febre e dores musculares. Uma tosse seca pode desenvolver-se e persistir até à segunda semana de sintomas, às vezes mais tempo. A febre é comum em crianças, mas não é frequente em adultos. Os sintomas da constipação geralmente duram cerca de sete a dez dias, mas podem persistir por três semanas.

Porém, existem vários factores que aumentam o risco de vir a ter uma constipação, entre outros, o facto de ser fumador, o não ter uma alimentação saudável, viver em locais com grande densidade populacional, o sedentarismo, o stress, etc..

Para prevenir as constipações, e ao contrário da crença comum, a ingestão da vitamina C e evitar a exposição às frias temperaturas não impede o seu aparecimento,há que adoptar as seguintes estratégias:

- ter uma dieta equilibrada;

- dormir o suficiente;

- gerir o stress;

- praticar exercício físico;

- limitar a exposição ao tabaco;

- se possível, evitar contacto com as pessoas que apresentem sintomas de constipação;

- lavar as mãos com alguma frequência;

-  e desinfectar as superfícies regularmente.

 

Depois da constipação instalada, há algumas medidas para aliviar os sintomas e prevenir complicações, uma vez que não existe um tratamento curativo para a doença. Enquanto o organismo combate a infecção devemos:

 - beber muitos líquidos (água e chá), mais de 6 copos por dia, o que o vai manter hidratado e ajuda a que as secreções nasais fiquem mais líquidas, aliviando o nariz entupido. A Sopa de galinha, o “remédio da avó para a constipação”, tem um efeito anti inflamatório ligeiro que pode melhorar a mobilização das secreções. Não há necessidade de evitar o leite ou produtos lácteos, mas deve evitar as bebidas alcoólicas e com cafeína, pois tendem a desidratar;

 - os fumadores devem parar de fumar ou reduzir a frequência para evitar a progressão para uma superinfecção (infecção bacteriana que ocorre após a constipação);

 - exercício físico moderado, como por exemplo uma caminhada,  ajuda a diminuir os sintomas;

- assoar o nariz é o método mais simples de limpar o nariz, mas deve usar a técnica adequada para limitar a propagação do vírus para os ouvidos e seios perinasais, bem como a outras pessoas. O lenço de papel descartável é preferível ao lenço de pano, e não se deve assoar com demasiada força, pois a pressão excessiva pode empurrar o muco para dentro dos ouvidos e seios perinasais. As mãos devem ser lavadas após o manuseio do nariz e dos lenços para evitar a propagação da infecção;

- aumentar a humidade do meio ambiente com humidificadores ou vaporizadores ajuda a aliviar a congestão nasal;

- para aliviar as dores de garganta gargareje com água morna e sal (1 a 3 colheres de chá de sal por copo de água quente da torneira);

- a utilização de tiras de dilatação nasal pode fornecer alívio temporário da congestão nasal;

- para bebés e crianças pequenas, a aspiração suave das passagens nasais com uma seringa e a aplicação  de gotas nasais salinas ou soro fisiológico pode reduzir a congestão.

 

Para além destas medidas há também vários medicamentos não sujeitos a receita médica que poderão ser utilizados para tratar os sintomas de uma constipação comum, como os descongestionantes, os anti histamínicos, antiússicos, expectorantes e analgésicos.

 Os produtos que contêm apenas um princípio activo são preferíveis aos medicamentos com múltiplas substâncias devido ao menor custo, menor risco de interacção com outros medicamentos e menos efeitos laterais. Além disso, a utilização de produtos com vários componentes faz com que muitas vezes se estejam a ingerir substâncias orientadas para sintomas que não existem. Tratar o sintoma mais incómodo da constipação com um produto direccionado é mais prudente do que tentar uma abordagem tipo “bazuca” em que se aponta a todos os sintomas.

No entanto, algumas pessoas devem abster-se de tomar os medicamentos sem receita médica, sem a supervisão de um profissional de saúde, como as crianças até à adolescência, idosos e pessoas debilitadas. Também não se deve auto medicar se tiver febre, dor no peito, falta de ar, se tiver grávida, se tiver agravamento dos sintomas ou se for portador de outras patologias.

 

No entanto, existe também uma variedade de opções terapêuticas para  o alívio sintomático da constipação com necessidade de prescrição médica. Relativamente a estes fármacos, ficam algumas dicas úteis: 

- não deve fazer descongestionantes nasais por mais de três a cinco dias devido ao chamado “efeito rebound”. Ou seja, os sintomas vão piorar se continuar com o tratamento por mais tempo, assim que pare de tomar a medicação;

- não deve tomar anti histamínicos para a constipação, a não ser que exista história prévia de alergias, como  no caso da rinite alérgica;

- não tome anti tússicos (medicação para parar a tosse). A tosse é um mecanismo de defesa. A utilização deste tipo de medicamentos deve ser realizada apenas em casos particulares;

- se tiver dificuldade em expectorar as secreções, pode utilizar um expectorante, apesar da sua eficácia ser duvidosa. Uma boa hidratação é mais eficaz e mais barato;

- se tiver dores, prefira o paracetamol (Ben-U-Ron) a outros analgésicos, pelo menor número de efeitos secundários;

- o zinco, um elemento natural, tem demonstrado alguns efeitos na diminuição dos sintomas e duração da constipação. Apesar de existirem fármacos com zinco, é preferível uma alimentação rica neste elemento. É igualmente eficaz, mais natural e mais barato. Moluscos (por exemplo, ostras, mexilhões), carnes vermelhas e vísceras (por exemplo, o fígado) são alimentos ricos neste componente;

- por fim, a utilização de antibióticos é inadequada. Não tem qualquer eficácia. No entanto, cerca de metade dos pacientes atendidos por esta causa vai deixar o médico com um antibiótico. Esse uso indiscriminado de antibióticos para o tratamento da constipação está a levar ao aparecimento de resistências antibióticas. Cabe ao médico explicar a sua inutilidade e ao doente baixar as suas expectativas relativamente à cura imediata da doença.»

 

 

FONTE

 

 

O Carnaval

O Carnaval é uma festa que está enraizada na cultura ocidental, e por isso é comemorada em todo o mundo, nuns locais com mais visibilidade e exuberância do que noutros.

Reza a história, que o papa Gregório I, no ano de 604, definiu que os fiéis deveriam dedicar-se exclusivamente às questões espirituais durante um certo período do ano. Seriam 40 dias em que se deveria evitar o sexo, as carnes vermelhas e as festas. Então, 500 anos depois, a irmandade católica definiu as datas oficiais da chamada 'Quaresma', e o primeiro dia passou a chamar-se ‘quarta-feira de cinzas’.

Com isto, o que aconteceu, foi que os dias que antecediam essa quarta-feira começaram a ser de intenso consumo de carnes, bebidas e de festas. A esse período deu-se, então, o nome de ‘adeus à carne’, ou ‘carne vale’ em italiano, que, depois, passou a ser ‘carnevale’. Assim ficou a palavra "Carnaval" em português.

 

Como foi dito mais acima, o Carnaval comemora-se um pouco por todo o lado, com tradições associadas aos locais festivos. Assim:

 

- Na Suíça,  a folia tem início na segunda-feira, antes da quarta de cinzas, aproximadamente às 4h da manhã, onde todas as luzes se apagam e várias pessoas desfilam com lanternas pelo centro da cidade ao som de músicas carnavalescas com flautas e tambores. As máscaras e os trajes ajudam as pessoas a assumir novas identidades enquanto desfilam pelas ruas, muitas vezes tocando instrumentos musicais.

Switzerland-Carnival1.jpg

 

- Nos Estados Unidos, o Carnaval resume-se basicamente na celebração do Mardi Grass (terça-feira gorda), dia em que vários estados celebram o carnaval. A festa é marcada pelas cores roxa, verde e dourada. 
O Estado mais tradicional na comemoração é New Orleans, onde, durante o Mardi Grass, as tradicionais bandas desfilam nas ruas da cidade acompanhada de foliões fantasiados usando colares de continhas e máscaras, que são as marcas registadas do carnaval deste estado. É uma festa rica em fantasias, carros alegóricos e foliões a divertirem-se.

estados unidos.png

 

- No Reino Unido, o Shroveitide (Shrive que significa confessar ‘pecados’) é a comemoração do carnaval britânico. Os  ingleses saem às ruas fantasiados e fazem a festa para esquecer todos os pecados e viver os bons momentos.

reino unido.png

 

- Em Itália, o Carnaval é o festival de inverno que é comemorado em todas as partes do país com desfiles, bailes de máscaras, entretenimento e festas. Celebra-se quarenta dias antes da Páscoa.

Italy-Carnival.jpg

 

  - No Brasil,  o Carnaval é comemorado realizado quatro dias antes da quarta-feira de cinzas. No Rio de Janeiro, as escolas de samba disputam o primeiro lugar em desfiles elaborados que duram horas, e que desfilam no sambódromo. Esta cidade tornou-se famosa em 1930 pelos seus desfiles, festas e bailes, que se tornam maiores e mais impressionantes todos os anos.

Carnival-Rio-de-Janeiro1.jpg

 

- Em Portugal, são muitas as cidades onde os desfiles de Carnaval saem à rua. Os mais conhecidos e falados são em Ovar, Canas de Senhorim, Torres Vedras, Loulé, Estarreja e Madeira. Dá-se também o nome de «Entrudo» para esta festa, pois recorda a entrada (introitus) na Quaresma.

carnaval2.jpg

 

 

Aqui fica um vídeo para quem quiser saber um pouco mais acerca do Carnaval:

 

 

 

Fonte 1; Fonte 2; Fonte 3

Verniz e a sua origem

 

Quanto a vocês não sei, mas eu adoro ter as unhas pintadas!

 

Onde e quando surgiu o habito de pintar às unhas?

Diz-se que foi na China, por volta de 3000 a.C, apesar de as egípcias terem começado mais cedo, não só pintavam as unhas, como também pintavam os dedos.. A cor do verniz dependia da classe social em que se inseriam: unhas prateadas e douradas, que mais tarde foram substituídas por preto e vermelho, destacavam os membros da família real, sendo os tons claros apenas utilizados pelas mulheres de classes sociais pobres.

Se uma mulher do povo pintasse as unhas de vermelho, sofria castigos, inclusive a morte.

Os salões de manicure já existiam em 1800, e eram procurados tanto por mulheres como por homens, que queriam cortar, lixar e polir as unhas. Por fim, perfumavam-nas com óleos.

 

Composição dos vernizes: 

Antigamente, eram feitos com goma arábia, cera de abelha, clara de ovo e gelatina.

Hoje, são feitos com nicrocelulose (usada também na tinta para automóveis), polímeros adesivos (para a nicrocelulose aderir à unha), plastificante (para que o verniz não estale facilmente), pigmentos (para dar cor e efeitos de brilho), filtros de UV (para o sol não alterar a cor dos pigmentos), espessantes tixotrópicos (para as substâncias não ficaram coladas no fundo do frasco)...