Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Aprender uma coisa nova por dia

Nem sabe o bem que lhe fazia

10 Coisas que Todos devíamos saber sobre a Doença de Alzheimer

Alzheimer - Maria das Palavras (imagem Pixabay)

 

Estes factos foram recolhidos no site da Alzheimer Portugal (onde podem obter muito mais informação) com o apoio de uma porta-voz da instituição. Claro que os comentários parvos são meus. Mas nada como usar o humor para aligeirar uma situação que de ligeira não tem nada. São dez factos importantes. A saber:

 

  1. Ninguém tem Alzheimer.

O que as pessoas têm (infelizmente) é a doença de Alzheimer. O Alzheimer é o senhor Alois Alzheimer que identificou a doença em 1908. Por isso “ter Alzheimer” seria ter o senhor lá em casa – ora o homem até já morreu e a família podia não gostar muito disso. Como já foi em 1915 que morreu, aposto que vocês também não iam adorar.

 

  1. É o tipo mais comum de demência.

50 a 70% dos casos de demência são de Doença de Alzheimer. Pelo que, pelo menos, devíamos saber dizer o nome corretamente...

 

  1. Não é tão hereditária como pensamos...

A forma mais comum da Doença de Alzheimer, afeta pessoas independentemente de haver casos na família ou não e até à presente data o único fator de risco evidente para o desenvolvimento desta doença parece ser a existência prévia de um traumatismo craniano severo. Há um gene apenas identificado como estando associado à doença (ApoE14) e que portanto pode ser transmitido de pais para filhos, mas também pode ser transmitido sem que a doença se venha a manifestar (o que acontece em metade dos casos). Neste caso, nem estamos a falar do tipo mais comum de Doença de Alzheimer, mas de um tipo que se desenvolve entre os 40 e os 60 anos e que apresenta um número reduzido de casos face à Doença de Alzheimer mais comum que surge a partir dos 65.

 

  1. O esquecimento não é o único sintoma.

E se eu disser que os sintomas incluem, por exemplo, coisas simples e que não associamos normalmente à doença, como: apresentar um discurso vago durante uma conversa, perder entusiasmo na realização de atividades anteriormente apreciadas ou demorar mais tempo na realização de atividades de rotina? Faz-nos querer estar um bocadinho mais atentos, não é?

 

  1. Pode ser confundida com depressão ou...carências nutricionais!

É verdade...não tem um diagnóstico tão direto como pensávamos, pois não? As pessoas começam a ficar esquecidas e já está...Só que não! O diagnóstico, que importa ter o mais cedo possível, é obtido através de uma série de exames e análise da pessoa e do seu historial. E 100% de certezas, só mesmo após a morte, ao observar o tecido cerebral.

 

  1. Ter diabetes, colesterol, tensão alta...são fatores de risco.

Não basta não ser tão genético como pensávamos: a verdade é que podemos fazer alguma coisa para não alimentar esta doença. Uma dieta equilibrada e exercício físico podem ser chave (normalmente só ouvimos falar em exercícios mentais, mas o Sudoku não é mais importante que o “mexer o cu”). Não há nada que possa prevenir a doença de Alzheimer garantidamente (pelo menos identificado, até ao momento), mas o exercício físico e mental, bem como os bons hábitos alimentares, podem ajudar a reduzir o risco ou adiar o seu desenvolvimento.

 

  1. Devíamos todos saber um bocadinho mais sobre isto.

A Demência afeta 1 em cada quatro pessoas a partir dos 85 anos. Tendo em conta que a esperança média de vida é cada vez maior há uma alta probabilidade de nós ou um dos nossos vir a sofrer com a Doença de Alzheimer. Nesse sentido todos deveríamos ter mais informação sobre a doença, desde os fatores de risco – que já vimos que estão longe de ser maioritariamente genéticos – aos sintomas, às formas de lidar com a doença.

 

  1. As mulheres são mais afetadas.

As mulheres constituem entre dois terços e três quartos das pessoas com demência. O risco de demência duplica a cada 5 anos depois dos 65 anos, sendo a idade o maior fator de risco. A esperança média de vida é mais elevada nas mulheres, pelo que existe um maior número de mulheres com demência.

 

  1. Não há cura.

Há medicação que pode ajudar a estabilizar a doença e a combater outros efeitos da mesma (como a depressão) mas a doença não regride, nem se cura. Pelo menos não até ao momento.

 

  1. O Passeio da Memória é mais do que um passeio no parque.

O evento ocorre anualmente e em vários pontos do país e todos estamos convidados: não só doentes e cuidadores, mas toda a gente que encaixe na categoria “ser humano”. E agora que penso nisso, talvez até possam levar os vossos animais de estimação. É um importante momento de sensibilização para a doença, em torno da data em que se marca o Dia Mundial da Doença de Alzheimer (21 de Setembro) e de recolha de donativos, organizada pela Alzheimer Portugal. A inscrição/donativo são 5€ e podem juntar-se ao “Passeio” aqui. É a altura do ano em que se ouve falar mais da doença – e tendo em conta que é uma doença que pode afetar cada um de nós ou dos nossos familiares (nunca sabemos – não sou da política do medo, mas sou da política da informação-na-mão) talvez seja bom gerar todo o impacto possível. Vamos todos?

 

 

[Nota: Não é a primeira vez que se fala e Alzheimer por aqui. Ora espreitem. Este artigo também foi publicado no blog Maria das Palavras - achei que era de tal forma importante que nenhuma réplica seria demais. Partilhem também, se acharem que devem. Eu acho.]

 

Cuidados a ter com os animais de estimação quando está calor

cachorro-piscina_thumb.jpg

Aproxima-se mais uma onda de calor e, se para nós é difícil, imaginem para os nossos animais. Por isso resolvi rebuscar este post para dar alguns conselhos:

Comecemos pelos animais que estão nas gaiolas (pássaros, coelhos, chinchilas, etc). Congele duas garrafas de água (de 1 litro ou litro e meia). Reserve uma e coloque a outra por cima da gaiola. Ao deixar a garrafa com água congelada em cima da gaiola permite que o ar fique mais fresco e seja mais fácil suportar o calor. Assim que a primeira estiver descongelada, substitua pela que ficou no congelador e vá alternando.

É um conselho para o ano todo mas fundamental no verão. Mantenha sempre água disponível para que os seus patudos bebam. Se tiver um bebedouro (daqueles com recipiente), use um termoacumulador congelado dentro do bebedouro para manter a água fresca. Se for uma taça, meta uns cubos de gelo. Ande sempre com água para lhes dar em qualquer lado, quando sair com eles.

Não saia com os seus patudos nas horas de mais calor e evite zonas com sol. As patinhas deles não estão preparadas para suportar um chão muito quente e podem-se queimar. Da mesma forma não os deixe deitar no chão mais quente. Apesar do pelo, as queimaduras podem ser bastante graves.

Se o patudo tiver pelo muito claro, use protector solar e evite, ao máximo, que ele apanhe sol.

Se os patudos estão no quintal/jardim, providencie sombras onde ele se possa proteger.

Não se esqueça que, a altura do verão, é a altura das pulgas, mosquitos e afins. No caso dos cães que saem à rua é fundamental protege-los para evitar que esses bichinhos os chateiem.

Por fim, não deixe, em circunstância alguma, o seu patudo fechado num carro nem que seja por dois segundos. Não o deve fazer no inverno, é proibidíssimo faze-lo no verão.

Fidelização em serviços de comunicação

Como alguns já devem ter ouvido falar, desde o passado dia 17 de Julho de 2016, que entrou em vigor legislação nova que regulamenta a forma (abstracta e, sempre, penalizadora para o cliente) dos contratos das operadoras de comunicações. 

Ora resumindo as alterações: 

- A partir deste dia as operadoras são obrigadas a entregar ao cliente um resumo de quais são as bonificações que lhe são oferecidas por ficar fidelizado à operadora. Ao mesmo tempo é obrigatório existir uma ficha normalizada em que sejam comparados os valores para um contrato sem qualquer fidelização, com os 4 períodos de fidelização (6-12-18-24 meses); 

- Em contratações feitas por meio telefónico, o operador terá de remeter ao cliente o contrato, onde deverão estar descritos os custos para a instalação do serviço, bonificações atribuídas pela fidelização escolhida, valor a pagar pela rescisão antecipada do contrato e os valores a pagar mensalmente;

- Em caso de rescisão de contrato, a operadora só será ressarcida dos custos de instalação do serviço e algum dano provocado aos equipamentos ou a sua não devolução por parte do cliente (enquanto a lei anterior dizia que o cliente teria de pagar as mensalidades válidas até ao fim da fidelização). Estes valores tem de estar explícitos no contrato;

- A nova fidelização passou a estar regulamentada, coisa que não acontecia até este dia. Quando terminar a fidelização inicial ou a em curso, o cliente terá de ter algum benefício atribuído por ficar fidelizado novamente, até ao limite de 24 meses. Este benefício tem de ser alguma coisa diferente do que estava em vigor com a fidelização antiga. Por exemplo: ofereciam 5 euros de desconto mensal na box. Para nova fidelização, só se trocarem essa box por uma nova e mantenham os 5 euros de desconto mensal. Se não o fizerem, o cliente irá manter as condições sem ter qualquer fidelização. Para uma nova fidelização, terá de ser enviado ao assinante, por via escrita, a ficha com os benefícios que lhe são atribuídos por aquela nova fidelização. Só a partir desse envio e do assinante responder, concordando com as condições é que a refidelização se torna válida;

- Quando receberem uma chamada do vosso operador de televisão por cabo para realizarem uma alteração ao vosso contrato ou subscreverem um novo serviço, essa alteração só se torna válida, quando receberem por via escrita (pode ser por e-mail) as condições da alteração e com as alterações vigentes (nova fidelização). No entanto, a legislação proíbe que a operadora faça qualquer oferta dentro da fidelização existente, tendo em vista o seu prolongamento. Esta parte não se aplica quando for o assinante a contactar a operadora, requerendo novos serviços ou alguma alteração. Em todo o caso, a qualquer momento, o assinante poderá requer informações sobre os benefícios que lhe estão atribuídos pelo contrato em vigor;

- Após os 24 meses de fidelização inicial, a operadora não poderá cobrar qualquer taxa ou valor por realizar o desbloqueio de equipamentos que tenham sido bloqueados para operar só nos serviços dessa empresa. Este desbloqueio deve ser feito, no máximo, 24 horas após o pedido do cliente. (Telemóveis ou equipamentos de serviço, não podem cobrar qualquer valor e tem de ser desbloqueados pelas operadoras, após o final da fidelização.)

- Durante o período de fidelização, a operadora deverá manter disponível a gravação que levou ao inicio de um contrato em que exista esse termo de serviço. Caso a operadora não possa disponibilizar essa gravação telefónica e não exista documento assinado pelo assinante do serviço, o contrato considera-se como não tendo fidelização, não existindo qualquer valor a pagar pela cessação do contrato. 

 

Isto é válido para qualquer contrato de comunicações realizado a partir de 17 de Julho de 2016. Se tem contrato com fidelização válido com a vossa operadora, ainda se aplica a lei antiga. No entanto, quando estiverem a terminar a fidelização, a operadora já terá de cumprir a legislação actual, tendo de vos comunicar que se aceitarem uma nova fidelização, tem bonificações superiores aos valores que ficam a pagar sem fidelização. 

Por isso, se tiverem contrato fidelizado com alguma operadora, terão de o cumprir. Quando terminar é que passam a estar abrangidos por esta legislação nova, tendo em vista a protecção dos clientes. 

Pequenos arranjos em casa que ajudam a poupar nas contas!

imagem 1.jpg

Terem jeito para fazer certos arranjos em casa é meio caminho andado para conseguirem poupar nas contas. Evitam-se gastos com canalizadores, electricistas, empreiteiros, marceneiros, etc., para além de se evitarem os próprios gastos diários. É claro que nem todas as pessoas têm determinadas aptidões para solucionarem os inúmeros problemas domésticos que podem aparecer, mas, numa altura onde nos é disponibilizada tanta informação na internet, facilmente conseguem aprender várias dicas e truques para darem a volta às situações inesperadas.

No entanto, de forma a facilitar-vos a vida, aqui fica uma pequena lista com soluções simples e rápidas para alguns dos contratempos diários.

 

Problema 1 – Torneira a pingar

Não é um dos problemas mais comuns, mas lá nos aparece, de vez em quando, e, por vezes, sem sequer darmos logo por isso. A torneira a pingar pode revelar-se num grande desperdício de água e, consequentemente, numa grande conta para pagar ao fim do mês. Assim sendo, tomem atenção às vossas torneiras e, caso alguma teime em continuar a pingar, mesmo que a fechem bem, o melhor é verificarem o estado da bucha. Esta, após um certo tempo de uso, começa a ficar gasta, o que faz com que não vede correctamente, daí que é conveniente trocá-la por uma nova, pelo menos, de seis em seis meses. Lembrem-se apenas de desligar a água das vossas casas quando forem fazer este serviço.

Problema 2 – Canos entupidos

Outra situação que vos pode levar a pedir ajuda a um canalizador em Lisboa são os tão frequentes canos entupidos. Mas saibam que não precisam de recorrer a profissionais para os desobstruir. Existem três milagrosas opções para este problema:

  1. Deitar água quente no cano entupido, acompanhada com o produto da loiça;
  2. Juntar uma colher de bicarbonato de sódio, um copo de vinagre e uma colher de sal dentro do cano entupido e aguardar 30 minutos. Após esse tempo, deixar correr a água quente por uns minutos;
  3. Deitar uma ou duas colheres de fermento em pó e deixar a água quente correr pelo cano abaixo.

Com estas mezinhas caseiras, não precisam dos profissionais para tratarem do assunto!

Problema 3 – Curtos-circuitos

Os curtos-circuitos são dos problemas eléctricos que mais vezes ocorrem. Apesar de terem muitas causas, a mais comum é a sobrecarga no circuito, devido ao funcionamento em simultâneo de muitos electrodomésticos. De forma a não gastarem muito com a electricidade, reduzam a potência dos vossos aparelhos eléctricos e não os coloquem a trabalhar em simultâneo. Se o disjuntor disparar, o problema é muito fácil de resolver, basta colocá-lo na posição correcta. Se não for o caso, verifiquem se as tomadas estão danificadas ou sujas (com manchas pretas), assim como os interruptores, e analisem com atenção se existem fios soltos, queimados ou deteriorados. Na possibilidade de o problema ter aí a sua origem, convém que substituam o que não está em pleno funcionamento.

Problemas 4 – Paredes com bolor e com a tinta a descascar

Ninguém está livre de paredes com bolor, mofo, infiltrações ou com a tinta a descascar. O importante é não deixarem avançar o problema, para não se meterem em grandes despesas e em grandes trabalhos. O bolor e o mofo aparecem em divisões como a casa de banho e a cozinha, devido aos vapores e à humidade que aqui são propícios. Neste caso, só precisam de comprar um produto específico para limpar a parede em questão e começarem a usar um bom desumidificador. Se houver necessidade, passem também uma nova cor pelo local, de forma a não ficarem com a tinta irregular. Se o problema for a tinta que já está a descascar, então a melhor alternativa é terem à mão uma espátula, uma lixa, um pano, um pincel e uma nova tinta. E, claro, convém saberem também umas noções bases de como arranjar uma parede: arrancar a tinta estragada com a espátula, lixar bem a zona, para que fique toda uniforme, passar um pano para lhe retirar o pó e pincelar duas ou três demãos de cor. Fácil, não é?  

Problema 5 – Móveis rachados e danificados

Este problema não é o mais grave de todos e também não será aquele que mais despesas vos darão. No entanto, é importante que interiorizem que a sustentabilidade é uma responsabilidade de todos nós e que a reciclagem é bastante importante. Neste sentido, a mensagem que vos quero passar é: não gastem dinheiro em mobiliário novo, se podem aproveitar o antigo, restaurando-o. E não, o restauro de móveis não é nada difícil, pelo contrário, é tão simples quanto o tratamento de uma parede. Devem ter uma espátula para retirarem a madeira que já está a soltar-se, uma lixa para uniformizar a zona, um pano para limpar o pó em excesso e, por fim, se for do vosso agrado, devem passar o número de demãos de tinta que acharem necessárias para terem a cor desejada!

 

Livrem-se das dores de cabeça que estes problemas vos possam causar e aprendam todos os truques fáceis e rápidos para os solucionar. A maioria nem precisa de grandes competências da vossa parte, por isso, qualquer um/a de vocês os pode aprender sem dificuldade!

 

(Por Zaask)

Como tratar dos vossos pés

Durante mais de dez anos vendi sapatos,um assessório que muitas mulheres adoram. Com esta profissão tenho uma mania,olhar para os pés das pessoas. No inverno os nossos pés estão tapados,mas no verão eu não consigo perceber como é que as mulheres conseguem andar com os pés secos e com calcanhares gretados. Nós cuidamos da hidratação da nossa cara,do nosso corpo,por isso temos que hidratar os pés. Eles andam arejados e secam com mais facilidade ,então todos os dias seguimos um ritual. Depois de fazer a nossa higiene convem por um creme nos pés,com boa absorção para o pé não escorregar na sandália. À noite repetimos o ritual,lavamos os pés, convem secar muito bem, coloca-se um creme gordo e calçam umas meias para que no dia seguinte os pés estejam hidratados e macios. Eu uso produtos da linha da Avon,porque confio e são baratos.

WP_20160628_18_47_25_Pro.jpg

WP_20160628_18_47_07_Pro.jpg

Santo António

 

O Dia de Santo António é celebrado no dia 13 de junho, pois foi o dia em que faleceu no ano de 1231. Nasceu a 15 de Agosto de 1195.

santo antónio.gif

 

O Santo António é um santo muito popular e é o santo padroeiro da cidade de Lisboa. É também conhecido como o santo casamenteiro, sendo o santo a quem os jovens devem pedir ajuda para arranjar namorada (o)e/ou casar. 

Além disto, também é conhecido como o santo dos pobres e o santo das coisas e das causas perdidas. Sempre que se perde algo, pode-se rezar ao Santo António em auxílio, para este ajudar a encontrar o que se perdeu. Normalmente as crianças dão uma esmolinha ao Santo António e pedem proteção e saúde.

Neste dia é feriado municipal em Lisboa e as festividades da cidade são marcadas pelas marchas populares e pelos casamentos de Santo António (no dia 12 de junho), com a celebração de vários casamentos em conjunto e com os arraiais nos bairros da cidade. Os lisboetas têm por hábito festejar o Santo António nas ruas da cidade enfeitando as casas e os bairros históricos com cores coloridas, colocando manjericos nas janelas. 

A tradição manda também que no dia de Santo António, os foliões comam sardinhas assadas, caldo verde, pimento assado e broa.

 

O que são haters?

Hater: aquele que odeia (tradução literal)

 
Os haters são, na prática, pessoas, muitas vezes anônimas, que sentem prazer em disseminar o ódio na web, seja por meio de comentários preconceituosos ou publicações ofensivas contra grupos específicos de pessoas.


Segundo os estudiosos os Hater são : Pessoas que parecem detestar tudo por causa de sua “atitude disposicional negativa”, ou seja, os haters apresentam uma forte tendência a não gostar das coisas. 
 
Segundo os psicanalistas os hater são: Pessoas narcisistas, que precisam ofender por se sentirem diminuídas pela fama do outro na web. Isso pode ser entendido também como um grupo de pessoas invejosas e com pouco desenvolvimento intelectual.

Os Haters são pessoas que apenas se preocupam em colocar comentários negativos e ofensivos. Normalmente são pessoas que possuem uma baixa auto estima na vida real e que aproveitam muitas vezes o anonimato que a internet lhes pode conferir para se fazerem notar e sobressair. Normalmente as maiores vitimas destas pessoas são as celebridades ou toda e qualquer pessoa que chame a tenção pela fama ou notoriedade social.

72.jpg

 

O tremoço

O tremoço é uma leguminosa da mesma família da ervilha e da fava e bastante rico nutricionalmente: possui três vezes mais proteínas e duas vezes mais fósforo do que o leite de vaca, uma quantidade elevada de cálcio, vitaminas E e do complexo B, fósforo, potássio, ácidos gordos insaturados (ómega 3 e 6), ferro e fibras.

 

O grão seco é tóxico - contém a substância alcalóide lupanina que lhe confere um sabor amargo. Só depois de cozido e demolhado em água salgada se torna comestível.

 

É um aperitivo bastante apreciado no nosso país especialmente no Verão em cafés e esplanadas típicos, geralmente acompanhados por cerveja e apelidado “marisco dos pobres”.

 

Os tremoços têm, em média, 1/6 das calorias, por peso em relação a outros aperitivos como amendoins ou batatas fritas. O único senão é o sal que lhe é acrescentado, mas isso pode ser corrigido lavando bem os tremoços ou demolhando-os.

 

tremoço.jpg

 

 

fonte da informação Aqui e imagem Aqui

 

 

Como estimular a linguagem e a fala do bebé?

 

       Nós, os seres humanos, não somos assim tão diferentes dos outros animais no que toca à aprendizagem. Nós, aprendemos pela imitação, claro que temos um código genético e estruturas físicas que nos fornecem capacidades para aprender determinadas competências, mas só as aprendemos porque emitamos os nossos semelhantes. Lembram-se da história de 'O menino selvagem'? É o exemplo perfeito de que para aprendermos temos de ter modelos que possamos imitar.

         A linguagem não é diferente, aprendemos porque tudo à nossa volta nos estimula para tal. É apenas necessário compreender que não é só através da linguagem (palavras) que o bebé comunica, ainda antes de falar ele facilmente consegue comunicar o que precisa. Há até mães que já sabem qual o choro de sono, fome e de mimo, isso é mais uma forma de comunicar. Mas a verdade é que a linguagem é a forma como nós, seres humanos, melhor comunicamos e é também necessário ser estimulada, de uma forma tão simples como: FALAR. Sim, falar. Qual será a melhor forma de estimular a linguagem do que falar? Seja para o bebé, seja com a televisão ligada, seja a contar uma história ou até mesmo com música, todas estas actividades vão estimular directa e indirectamente a linguagem e a fala do bebé. Pelos 5/6 meses o bebé já começa a palrar de forma mais frequente e já começa a ter alguma intencionalidade, no entanto ainda nada é dito, apesar de cada um interpretar o que quiser. No entanto, deve-se estimular a linguagem desde o momento em que nasce, assim, deixo algumas dicas.

        1. Se até aqui tem vindo a falar com a criança em modo 'baby talking', aquelas frases com 'inho' e 'inha' em todas as palavras e diminutivos como 'peta' ou 'chicha', a partir de agora é bom dar o modelo correcto de cada coisa.

 

           2. Aproveite a hora de cada rotina para expandir vocabulário, por exemplo: quando está a dar banho diga que partes do corpo vai lavando ou os produtos que usa. O mesmo pode ser utilizado na hora de comer, de vestir e até de brincar.

 

          3. Boa articulação das palavras, há de reparar que quando falamos com bebés eles olham muito atentamente para a nossa boca, por isso há que ter um bocadinho mais de cuidado com a forma como falamos.

 

         4. A hora de brincar é excelente para promover a linguagem, a criança está entretida, quer interagir e é o momento ideal para falar com ela.

 

              5. Contar histórias, cantar músicas, e falar directamente com a criança, mesmo que ela não responda, é estar a estimular a linguagem.

 

              6. Quando a criança palrar não a interrompa, faça como se fosse uma conversa, verá que ela vai começar a perceber que a conversação é feita de turnos comunicativos.

 

                7. Brincar, deixe-a brincar e muito, a hora de brincar é um mundo de estímulos para a criança, sejam motores ou de linguagem, e sente-se no chão com ela e aproveite o momento.

 

Muito resumidamente, estimular a fala e a linguagem é tão simples como: Falar!

 

Dúvidas? Ajuda? Estou cá para isso, é só dizer.

 

(Imagens retiradas daqui e daqui)

Que letras são aquelas que aparecem nos empréstimos?

Quem já pediu créditos para alguma coisa, já notou que existem várias sequências de letras, muitas delas sem qualquer explicação sobre o que significam?

Ou quando passam por um banco tem cartazes a anunciar empréstimos para habitação, viagens, carros e outros serviços e tem umas letras com as percentagens, que obriga o cliente a saber que é que aquelas letras querem dizer e porque é que são diferentes. 

Em vez de estar a explicar letra a letra com as definições técnicas (nalguns casos são mais de 200 páginas), resumo-as ao seu mais básico significado. 

Taxa de Juro- É a taxa que é paga pelo empréstimo. Representa o valor base pago (que pode ser variável, sendo o exemplo mais simples a Euribor, ou fixa) na mensalidade.

Spread - É o lucro do banco. Este valor é quanto o banco/financiadora têm de lucro, anualmente, com o dinheiro que emprestam.

Comissões - São os valores que o banco/financiadora cobra pela prestação dos seus serviços (como o envio dos recibos, abertura de dossier, tratamento de dados e outros serviços).

Seguros - São os seguros ligados aos créditos. Em muitos bancos/financiadoras, existem seguros obrigatórios, como o seguro de vida, seguro de crédito (obrigatório no caso de crédito ao consumo) e de acidentes pessoais. Todos os seguros ligados ao crédito para habitação são pagos à parte. No crédito ao consumo o seguro de crédito é obrigatório e, dependendo da financiadora, podem ser pedidos alguns tipos de seguros de vida.

Vamos começar pelos empréstimos para a compra de bens ou serviços. Existem diferenças entre o que é apresentado para este e as usadas no crédito para habitação. 

Quando fazem uma simulação ou estão a ver um panfleto de uma financiadora, desde 2009, que é obrigatório terem 3 referências: TAN (Taxa Anual Nominal), TAEG (Taxa Anual Efectiva Global) e Montante total imputado ao consumidor.

A TAN é o valor cobrado pelo dinheiro emprestado, ano a ano. Esta percentagem é a taxa de juro somada ao spread, que são cobrados pela financiadora. Depois existem seguros, comissões por pagamento, comissões por serviços prestados e taxinhas, que são agregados ao valor pago nos juros e spread. É aqui que entra a TAEG. Esta taxa tem de incluir TUDO o que está agregado ao crédito, por obrigação. Isto é, se tiverem uma TAN de 9% e uma TAEG de 12%, quer dizer que, anualmente, pagam 9%, entre juros e spread, ao que é preciso somar mais 3% de outras coisas ligadas ao crédito obtido (comissões de serviço, seguros de crédito e outras despesas, relacionadas com o processo). 

A maneira mais simples de comparar é o montante total imputado ao consumidor. (Para o mesmo número de prestações e valor requerido.) 

Por isso, quando forem comparar empréstimos, ignorem a TAN. Comparem é a TAEG e o valor imputado ao consumidor. (Façam as simulações para o mesmo número de prestações.) 

 

Por outro lado, no caso do crédito para habitação, os valores são apresentados com referências: TAN (Taxa Anual Nominal), TAE (Taxa Anual Efectiva) e a TAER (Taxa Anual Efectiva Revista). 

A TAN é a mesma do crédito ao consumo. É a taxa de juro mais o spread, contabilizados anualmente.

A TAE é semelhante à TAEG (não engloba os seguros, como acontece nos créditos para consumo). É a taxa anual cobrada pelo banco, já incluindo as comissões e despesas que o banco cobra(como despesas pelo envio dos extractos ou recibos) pelo empréstimo. Esta é a melhor forma de comparar, directamente, os valores cobrados.

A TAER é a taxa que o banco cobra incluindo as bonificações atribuídas por subscrição de produtos financeiros da instituição. Esta taxa permite saber o valor total, que o cliente vai pagar pelo empréstimo. Ao mesmo tempo, permite comparar as bonificações que o banco oferece, em troca do cliente pagar outros serviços ou subscrever produtos financeiros. Normalmente, a diferença é aplicada no spread, que é reduzido, em troca do cliente contratar produtos financeiros da banca (conta ordenado, cartões de crédito, carteiras de títulos e outros serviços financeiros). Cada produto agregado deve possuir uma referência individual da percentagem reduzida(ou ao pacote de produtos). Caso o cliente não cumpra o acordado (como por exemplo, ter de realizar pagamentos no valor, mínimo, de 600 euros com o cartão de crédito a cada semestre ou ano), o valor bonificado é anulado. Confiram essas condições para não acabarem por ver a bonificação desaparecer e a terem de pagar comissões inesperadas.

No caso dos empréstimos para habitação, os seguros são subscritos à parte e não são agregados às taxas apresentadas, podendo ter algum valor que afecte a TAER, quando são subscritos a uma seguradora ligada ao grupo agregado ao banco. Sendo que podem pedir a simulação no banco, que vos fornece informação sobre os seguros das companhias com quem trabalha e as condições base mas, podem ir a outras seguradoras, apresentar as condições oferecidas pelo banco e pedir a simulação do seguro para comportar aquele crédito. (Os seguros de vida costumam ser obrigatórios e muita gente aceita-os como o banco os oferece, sendo que o prémio é superior ao valor comercial corrente para as mesmas coberturas.) 

Em resumo: se vão pedir um empréstimo para a aquisição de bens ou serviços, comparem a TAEG e o Montante total imputado ao consumidor. 

Se vão pedir um empréstimo para habitação, comparem TAE e a TAER. 

Em ambos os casos, façam as simulações para os mesmos prazos de pagamento e as mesmas condições de subscrição. 

No crédito ao consumo, a diferença de um trimestre, pode dar diferenças que levam a uma pior escolha. No crédito para habitação, a diferença costuma andar em blocos de 5 anos e depende muito dos serviços agregados, pelo que a TAER pode enganar, se não conferirem o que subscreveram. 

E atenção aos seguros, que são subscritos em clausulas secundárias nos contratos. Se não precisam deles para as condições base, podem não os aceitar sem qualquer prejuízo para o acordado. 

 

Como disse, isto é uma versão muito simplista e que ajuda a perceberem o jogo de números feito pelos bancos e financiadoras. Só que são serviços que tem, demasiados, túneis. Nunca acreditem quando alguém que vende seguros ou vos quer levar a subscrever um crédito, vos diga que todas as condições são transparentes... isso é algo que não existe.