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Aprender uma coisa nova por dia

Nem sabe o bem que lhe fazia

Diferença entre Trabalho de equipa e Trabalho de grupo

 

 

Na nossa sociedade cada vez mais somos impulsionados a trabalhar em equipa. As pr√≥prias empresas gostam de se ver a si mesmas como grupos de pessoas que trabalham em equipa para atingir um √ļnico prop√≥sito, o SUCESSO.

Mas existem enormes diferenças entre trabalhar em equipa e trabalhar em grupo ora vejamos:figura22.jpg

Trabalho de equipa - Vantagens:

  • Todos trabalham com um prop√≥sito √ļnico
  • Ao trabalhar em equipa √© essencial que se troque conhecimentos e¬†experi√™ncias
  • Ao partilhar experi√™ncia contribui-se para uma maior agilidade e rapidez bem como facilita a optimiza√ß√£o¬†do trabalho
  • Aqui todos os intervenientes trabalham com um objectivo¬†comum

 

Trabalho de equipa - Desvantagens:

  • Ao trabalhar em equipa pode haver uma maior limita√ß√£o da criatividade pessoal pois o que para uns √© v√°lido para a maioria pode n√£o ser
  • Como cada individuo tem a sua personalidade pode acontecer haver um conflito de ideias e de interesses e isso pode proporcionar mau ambiente aos demais intervenientes
  • Sempre que se trabalha em equipa √© necess√°rio que haja um l√≠der para que as tarefas sejam divididas em igual propor√ß√£o a cada pessoa ‚Äď uma m√° distribui√ß√£o de tarefas pode levar a um atraso e todo o grupo ficar√° afectado.
  • Quando se trabalha em grupo um dos factores a ter em maior considera√ß√£o √© a competi√ß√£o entre pessoas ‚Äď este factor pode colocar em risco toda uma organiza√ß√£o bem como acaba por gerar mau ambiente laboral.

 

Trabalho de grupo - Vantagens:

  • As tarefas s√£o distribu√≠das e cada interveniente desempenha uma fun√ß√£o
  • Cada pessoa √© respons√°vel por fazer cumprir os prazos que s√£o estipulados para as tarefas que lhe s√£o atribu√≠das
  • Cada pessoa √© respons√°vel pela planifica√ß√£o das tarefas
  • Os elementos aprendem a ser democr√°ticos e a respeitar as opini√Ķes dos demais elementos

 

Trabalho de grupo - Desvantagens:

  • Quando se trabalha desta forma existe sempre a hip√≥tese de alguns elementos se destacarem e de outros ficarem completamente anulados
  • Caso um dos elementos se atrase ou n√£o cumpra a sua parte ‚Äď UM: o trabalho final fica incompleto; Dois: Algum dos outros elementos, ou mesmo todos, ter√£o que fazer trabalho extra para compensar a falta, havendo assim uma sobrecarga sobre os outros membros.
  • H√° semelhan√ßa do trabalho em equipa, caso haja alguma discord√Ęncia de opini√Ķes entre os membros, isso pode colocar em risco todo um projecto.

Quando se trabalha em grupo há uma diminuição da responsabilidade individual e isso pode levar a que alguns elementos se acomodem ou não desempenhem as tarefas com tanto zelo como se fosse algo individual

 

Deixo-vos aqui um pequeno video resumo daquilo que acabei de escrever e que achei bastante interessante.

 

 

Tomar banho ap√≥s as refei√ß√Ķes pode causar indigest√£o?

Deixemos as quest√Ķes sociais que hoje trago-vos uma quest√£o de sa√ļde com a qual muitos de n√≥s convivemos desde sempre.

 

digest√£o.jpg

 

Sempre se ouviu dizer que tomar banho ap√≥s as refei√ß√Ķes fazia mal, no entanto, s√≥ estamos perante uma meia verdade. A √°gua n√£o interfere em nada com o processo de digest√£o. √Č s√≥ √°gua, e a √°gua atua na parte externa do corpo que em nada afeta a parte interna do corpo e por isso em nada afeta a digest√£o.

 

Na realidade o que afeta a digestão é a temperatura da água, e não a água em si, pelo que se conseguirmos tomar um banho, mesmo que demorado, com água tépida ou morna, em nada afeta a digestão.

 

Vejamos porquê.

 

A digest√£o √© um processo que exige grandes recursos do nosso corpo. Quanto mais comermos, mais recursos a nossa digest√£o necessitar√°. Quando comemos, o nosso organismo canaliza uma grande parte do nosso sangue para o tubo digestivo para que a digest√£o possa ocorrer. Assim, at√© porque o volume de sangue no nosso corpo √© constante, normalmente o sangue dos membros, e consequentemente, dos m√ļsculos, √© ent√£o canalizado para o tubo digestivo. Se sofrermos um grande choque t√©rmico, seja por colocar os p√©s e m√£os descal√ßos em blocos de gelo ap√≥s comer um porco beb√© na Bairrada, seja por mergulharmos nas fant√°sticas √°guas geladas do norte e centro ap√≥s uma refei√ß√£o, por mais leve que seja, o que acontece √© que o sangue que foi canalizado para a digest√£o √© agora necess√°rio nas nossas extremidades para que a temperatura do nosso corpo se mantenha constante*. Ao canalizar esse mesmo sangue ‚Äď que √© necess√°rio para a digest√£o - para outras parte do corpo para o regular, pode ent√£o originar indigest√£o.

 

Ent√£o e a quantidade de comida ingerida vai influenciar a quantidade de sangue necess√°rio para a digest√£o?

Efetivamente, quanto mais cheio o est√īmago se encontrar, mais sangue para a digest√£o ele vai precisar, por isso, quanto mais comemos mais devemos evitar os choques t√©rmicos, e esfor√ßos f√≠sicos demasiado elevados, como correr.

 

Podemos morrer de indigest√£o?

Sim e n√£o.

A indigest√£o √© comum entre as pessoas. Comer demais, stress e at√© mesmo excesso de nicotina e cafe√≠na podem provocar indigest√£o, que √© caracterizada por dores no abd√≥men ou no est√īmago, incha√ßo ou n√°useas, como tal, n√£o se morre de indigest√£o. O que pode acontecer, √© que se se comermos demasiado e for necess√°rio canalizar muito sangue para a digest√£o pode ocorrer que os m√ļsculos n√£o tenham sangue suficiente para o esfor√ßo que iremos fazer ap√≥s a refei√ß√£o, e isso originar c√£ibras, e essas sim podem ser fatais. Por exemplo, se algu√©m ap√≥s uma boa refei√ß√£o vai nadar, seja no mar, seja numa piscina de √°gua fria, o que pode acontecer √© a pessoa ficar com c√£ibras que a impe√ßa de sair da √°gua, e que ap√≥s um esfor√ßo em demasia a leve √† exaust√£o e consequentemente morrer afogada. No entanto, se ap√≥s os primeiros sintomas a pessoa sair da √°gua, ent√£o n√£o haver√° problemas.¬†

 

Em suma, se os nossos banhos não tiverem uma temperatura nem demasiado elevada, nem demasiado baixa, não interfere com a nossa digestão e como tal não provoca indigestão, mas se por sua vez interferir com a nossa regulação da temperatura corporal, poderemos padecer deste problema.

 

*A nossa temperatura corporal tende a ser constante ao longo do ano, sem grandes varia√ß√Ķes ao longo das diferentes esta√ß√Ķes. Quando est√° calor o nosso corpo sua para expulsar o excesso de temperatura e refrescar a pele, quando est√° frio, o nosso corpo treme para voltar a aquecer e manter a temperatura.

 

E vocês, costumam ter em atenção estes fatores?

Envelhecimento da popula√ß√£o e a import√Ęncia das pol√≠ticas de natalidade

5.jpg

(Imagem original retirada daqui)

 

 

E se ontem falamos de amor, hoje vamos falar de bebés, que de certa forma está relacionado, ou, na minha ótica, deveria de estar. 

 

H√° 50 anos, Portugal era um dos pa√≠ses da Europa com a popula√ß√£o mais jovem, no entanto a realidade atual √© muito diferente. E se o envelhecimento da popula√ß√£o significa que as condi√ß√Ķes de sa√ļde, sociais e econ√≥micas sofreram melhorias significativas, o envelhecimento significa tamb√©m que dentro de alguns anos n√£o teremos jovens suficientes para fazer face aos custos do Estado com os futuros idosos. O que fazer em rela√ß√£o a esta situa√ß√£o?

 

Ouve-se muito falar em envelhecimento da população, mas o que é que isso realmente significa?

Quando falamos que um pa√≠s tem uma elevada taxa de envelhecimento, queremos com isso dizer que existe um aumento da esperan√ßa m√©dia de vida e uma redu√ß√£o da taxa de natalidade. Ou seja, mais idosos e mais velhos, e menos beb√©s. Quanto ao primeiro fator, como j√° adiantei, significa que as condi√ß√Ķes de vida mudaram, e que os nossos idosos hoje t√™m melhores condi√ß√Ķes de vida, que os idosos de antigamente. Para terem uma no√ß√£o, a esperan√ßa m√©dia de vida em Portugal no ano 1960 era de 64 anos, ou seja, ainda antes da idade da reforma atual, e atualmente subiu para os 81 anos (em 2014), e da√≠ nos √ļltimos anos a idade da reforma ter aumentado, sendo que a tend√™ncia ser√° sempre para aumentar, se os ponteiros do gr√°fico n√£o come√ßarem a inverter. N√£o quero com isto dizer, obviamente, que n√£o √© um sucesso e positivo os nossos idosos viverem mais tempo, quero com isto dizer que deveriam de existir mais beb√©s.

 

Para que a substitui√ß√£o plena de gera√ß√Ķes seja garantida, o n√ļmero m√©dio de nascimentos vivos de uma mulher em idade f√©rtil ‚Äď considerada entre os 15 e os 49 anos -, n√£o dever√° ser inferior a¬†2,1 filhos por mulher, no entanto, desde 1983, de acordo com o Pordata, que esse n√ļmero se encontra abaixo de 1,96 filhos por mulher, desde ent√£o os n√ļmeros tem ca√≠do drasticamente, estando atualmente fixado em 1,3 filhos por mulher. Assim, conclu√≠mos que desde h√° 33 anos que n√£o conseguimos garantir a substitui√ß√£o plena de gera√ß√Ķes. Isto origina que apesar de cansados, os nossos idosos s√£o obrigados a trabalhar durante muito mais anos, o que pode inclusive significar uma redu√ß√£o da produtividade portuguesa.

 

Então e o que leva à diminuição da natalidade e consequentemente ao envelhecimento da população?

O aumento das habilita√ß√Ķes liter√°rias da mulher e sua consequente emancipa√ß√£o s√£o um dos primeiros fatores apontados para a diminui√ß√£o da natalidade. O que acontece √© que com a mulher a trabalhar fora de casa existe, por um lado, menor disponibilidade financeira para a fam√≠lia garantir a seguran√ßa da prole, ou seja, se n√£o √© a mulher que toma conta dos filhos existe necessidade de procurar fora de casa esse apoio que normalmente acarreta custos elevados, e por outro lado, menos disponibilidade para educar os mesmos, o que leva a um maior planeamento da fam√≠lia, contrariamente ao que acontecia h√° 40. O aparecimento e massifica√ß√£o dos m√©todos contracetivos e o casamento tardio, s√£o tamb√©m chamados a depor nesta situa√ß√£o, no entanto, considero, e falo como mulher que j√° adiou a maternidade algumas vezes ‚Äď tendo em conta que moro em uni√£o de facto h√° mais de 8 anos e ainda n√£o possuo descend√™ncia ‚Äď √© a situa√ß√£o inst√°vel que se vive. Se √© verdade que o desemprego desde 2013 tem vindo a diminuir, a verdade √© que ainda n√£o diminuiu o suficiente para dar seguran√ßa √†s fam√≠lias para aumentarem e as pol√≠ticas de apoio √† natalidade¬†n√£o permitem balan√ßar a instabilidade que se vive.

 

Em suma, com o n√ļmero de idosos a aumentar e os nascimentos a diminuir, aumenta o esfor√ßo da Seguran√ßa Social que n√£o tarda n√£o ir√° conseguir garantir sustento aos demais, uma vez que erradamente se pensa ‚Äúdescontei a vida toda para agora receber esta mis√©ria‚ÄĚ, na realidade quando estes idosos estavam em idade ativa estavam a pagar as reformas dos idosos daquela √©poca, e s√£o os jovens de hoje que pagam as reformas dos idosos atuais, ou seja, com o desemprego a aumentar, com os jovens em idade ativa a diminuir, a situa√ß√£o ir√° tornar-se insustent√°vel. √Č por isso urgente a cria√ß√£o de medidas VERDADEIRAS de incentivo √† natalidade e n√£o pr√©mios de consola√ß√£o como √© o que na realidade acontece. Porque n√£o se esque√ßam, ser m√£e e pai √© uma op√ß√£o, n√£o √© uma obriga√ß√£o, mas a nossa gera√ß√£o est√° significativamente comprometida.

 

Que acham que poderá ser feito para contrariar este panorama assustador?

Como surgiu o Dia de S√£o Valentim?

(Imagem retirada daqui)

 

Hoje, dia 14 de Fevereiro, √© por muitos considerado o dia mais rom√Ęntico do ano. Por esta altura - provavelmente, muitos at√© no pr√≥prio dia - h√° uma desmedida corrida¬†√†s lojas com artigos fofinhos. Ele √© peluches, ele √© cora√ß√Ķes, ele √© canequinhas com imagens vermelhas, ele √© bombons¬†e flores.

 

Para muitos uma grande pirosice e apenas mais um dia comercial para incitar ao consumismo, para outros a desculpa perfeita para um jantar à luz de velas e uma facadinha na dieta. E sejamos sinceros, todas as desculpas são boas para dar uma facadinha na dieta.

 

Mas... E como é que surgiu o Dia de São Valentim, ou o Dia dos Namorados, como também é conhecido?

 

A hist√≥ria remonta ao s√©culo III, muito antes dos cora√ß√Ķes vermelhos e dos certificados de melhor namorado/a do mundo. Diz-se que na Roma Antiga, apesar do imperador Cl√°udio¬†II, proibir o casamento - por achar que os homens eram mais fortes e mais concentrados se fossem solteiros - um bispo de nome Valentim continuou a realizar casamentos, em segredo. Assim que descoberto, o Bispo Valentim foi preso e condenado √† pena de morte, tendo sido decapitado¬†no dia 14 de Fevereiro. Durante o tempo que esteve preso, Valentim, tido como o s√≠mbolo do amor e da fam√≠lia para os jovens, por ter arriscado a vida em nome do amor, recebeu v√°rias cartas e flores de jovens com mensagens de esperan√ßa e de amor.

 

Entre várias cartas, estava a filha cega de um dos carcereiros, de seu nome Astérias - faz-vos sentido: Astérias -> artérias -> coração -> amor, ...? - por quem se apaixonou, e que com a ajuda do pai a conheceu. O amor por Valentim curou milagrosamente a cegueira da jovem - nem sei porque dizem que o amor é cego! - e durante algum tempo trocaram cartas de amor apaixonadas que o bispo assinava como "de seu Valentim", expressão que ainda hoje é usada quer na língua portuguesa quer na língua inglesa - "Be My Valentine". Assim surgiu a celebração do Dia de São Valentim, e durante vários séculos a celebração ocorreu de diversas formas, seja para celebrar o amor, seja para celebrar a fertilidade da terra e da mulher. Na idade média, inclusive, o dia 14 de Fevereiro era apontado como o dia de início de acasalamento dos pássaros.

 

A celebra√ß√£o do Dia de S√£o Valentim, como o conhecemos nos dias de hoje, remonta uma √©poca mais recente, quando em 1840 nos Estados Unidos da Am√©rica a artista Esther Howland ter criado e vendido uma elevada quantidade¬†de postais alusivos ao Dia dos Namorados, implementando a tradi√ß√£o de se enviar postais rom√Ęnticos¬†neste dia. No s√©culo XX j√° esse comportamento se tinha difundido por todo o mundo.

 

 

Curiosidades do Dia dos Namorados:

  • D√ļvidas acerca da verdadeira exist√™ncia de S√£o Valentim, levou a que a partir de 1969 a igreja cat√≥lica, deixasse de celebrar este dia.

  • No Brasil, o Dia dos Namorados celebra-se na v√©spera do Santo Ant√≥nio, conhecido por ser casamenteiro, e por isso √© no dia 12 de Junho e n√£o no dia 14 de Fevereiro. A altera√ß√£o deve-se a uma quest√£o puramente comercial.

  • Anualmente em Verona, It√°lia, neste dia, milhares de¬†cartas s√£o endere√ßadas √† Julieta de Romeu e Julieta de Shakespeare.

  • No Jap√£o, o Dia de S√£o Valentim √© celebrado por forma a agradecer aos pais¬†a amigos e n√£o aos companheiros.

 

 

Seja como for, todos os dias são dias para dizer aos outros - família, amigos, cães, gatos, peixinhos, ... - que lhes queremos bem e que são importantes. Por isso aproveitem este dia para uma vez mais o demonstrarem. E se vocês são dos que acham que é apenas mais uma desculpa para gastar dinheiro, um beijo, uma chamada a meio do dia ou uma curta dedicatória na almofada, é grátis. Fica a sugestão.

 

J√° disseram "amo-te", hoje?

Shoefiti - Sabem o que é?

Certamente já viram sapatilhas penduradas em cabos elétricos na rua, como na fotografia que aqui vos apresento.

 

 

(Imagem retirada daqui)

 

Já pararam para pensar o porquê de ali estarem? O que significa?

 

N√£o √© efetivamente um comportamento parvo e problem√°tico exclusivo do portugu√™s rebelde, √© uma‚Ķ moda, chamemos-lhe assim, presente em v√°rias partes do mundo que se estima que seja origin√°ria dos Estados Unidos da Am√©rica ‚Äď importamos realmente tudo o que √© porcaria ‚Äď denominada de shoefiti, que junta as palavras Shoe (sapato) e Fiti (grafitti). Assim podemos dizer que √© uma forma de arte urbana que originalmente servia para delimitar territ√≥rios de gangues e de tr√°fico. Ou seja, onde existiam os sapatos pendurados era - e em muitos s√≠tios ainda √© - poss√≠vel adquiri e consumir droga. Era poss√≠vel ainda sa√≠rem dessas zonas s√≥ com a roupa que tinham no corpo e √†s vezes nem isso.

 

Sabem o que os felinos fazem para demarcar territ√≥rio? Rebolam, urinam e ro√ßam-se em determinadas partes de certos locais para mostrar ao seu opositor que aquele espa√ßo tem dono e que se avan√ßar poder√° ter problemas. O humano julga-se uma ra√ßa superior, por isso estaria fora de quest√£o ro√ßar-se nas paredes das ruas, e rebolar na cal√ßada para mostrar que o territ√≥rio lhe pertence, porque chegou primeiro, e depois tamb√©m porque o nariz humano n√£o tem assim um poder olfativo t√£o potente. Desta forma, os sapatinhos pendurados nos fios da ilumina√ß√£o p√ļblica foi a forma mais inteligente que estes sujeitos alcan√ßaram para mostrar o seu poder. Quanto √† intelig√™ncia em si‚Ķ Isso j√° √© question√°vel.

 

Apesar da sua origem, muitas outras explica√ß√Ķes s√£o avan√ßadas e podem depender de pa√≠s para pa√≠s e de cultura para cultura, podem apenas simbolizar a primeira rela√ß√£o sexual de um jovem ‚Äď como √© o caso da Austr√°lia -, ou ent√£o simbolizar um pacto entre os gangues e a pol√≠cia ‚Äď como √© o caso de Espanha -, ou at√© mesmo sinalizar uma morte de algu√©m e nesse caso os sapatos pertencem ao defunto. H√° at√© casos, noutras culturas, que os sapatos pendurados s√£o apenas mera decora√ß√£o - de gosto duvidoso, na minha humilde opini√£o. Apesar de diversificadas, s√£o mais as explica√ß√Ķes ligadas ao crime do que as totalmente inofensivas. Por isso pelo sim pelo n√£o, quando virem estes territ√≥rios demarcados evitem andar sozinhos a menos que procurem problemas.

 

Quem j√° tinha ouvido falar do Shoefiti? Conhecem outras explica√ß√Ķes?

Scrapbooking

Ou livro de recortes é uma compilação, através da colagem em blocos de notas, de vivências resumidas em fotografias, imagens, bilhetes, convites, frases, poemas, flores secas, folhas, retalhos e tantas outras coisas que povoam o dia a dia. 

 

Além de ser um trabalho relaxante, proporciona também o registo de memórias de dias especiais, férias ou fases da vida.

 

Algumas imagens:

 

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Mais ideias no Pinterest

 

 

 

Correio eletrónico

Sabia que...

 

¬ęO correio eletr√īnico √© mais antigo que a internet,¬†e foi, de facto, uma ferramenta crucial para cri√°-la,¬†mas, na hist√≥ria moderna, os servi√ßos de comunica√ß√£o globais iniciaram no in√≠cio da ARPANET. Padr√Ķes para codifica√ß√£o de mensagens de e-mail foram propostas em 1973 (RFC 561). A convers√£o da ARPANET √† internet no in√≠cio de 1980 produziu o n√ļcleo dos servi√ßos atuais. Um e-mail enviado no in√≠cio de 1970 parece muito semelhante a uma mensagem de texto dos dias atuais.¬Ľ

 

¬ęO primeiro sistema de troca de mensagens entre computadores que se tem not√≠cia foi criado em 1965, e possibilitava a comunica√ß√£o entre os m√ļltiplos usu√°rios de um computador do tipo mainframe. Apesar da hist√≥ria ser um tanto obscura, acredita-se que os primeiros sistemas criados com tal funcionalidade foram o Q32 da SDC e o CTSS do MIT.

O sistema eletr√īnico de mensagens transformou-se rapidamente em um "e-Mail em rede", permitindo que usu√°rios situados em diferentes computadores trocassem mensagens. Tamb√©m n√£o √© muito claro qual foi o primeiro sistema que suportou o e-Mail em rede. O sistema AUTODIN, em 1966, parece ter sido o primeiro a permitir que mensagens eletr√īnicas fossem transferidas entre computadores diferentes, mas √© poss√≠vel que o sistema SAGE tivesse a mesma funcionalidade algum tempo antes.

 A data de 29 de Outubro de 1969 é a da primeira mensagem enviada para computadores situados em locais distantes. O texto dessa primeira mensagem continha apenas duas letras e um ponto - "LO.". O investigador da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) Leonard Kleinrock queria escrever "LOGIN", mas o sistema foi abaixo a meio da transmissão. A mensagem seguiu do computador do laboratório de Kleinrock na UCLA para o de Douglas Engelbart no Stanford Research Institute, utilizando como suporte a recém-criada rede da ARPA (Advanced Research Projects Agency).

O programador Ray Tomlinson iniciou o uso do sinal @ para separar os nomes do usu√°rio e da m√°quina no endere√ßo de correio eletr√īnico em 1971. √Č considerado um dos inventores do e-mail,e foi de fato uma ferramenta crucial para cri√°-la,¬†tamb√©m criou outros programas parecidos com o e-mail: SNDMSG e READMAIL. A primeira mensagem enviada por Ray Tomlinson n√£o foi preservada; era uma mensagem anunciando a disponibilidade de um e-Mail em rede.¬†A ARPANET aumentou significativamente a popularidade do correio eletr√īnico.

Em Portugal

O Departamento de Inform√°tica da Universidade do Minho enviou pela primeira vez em Portugal um e-mail em 15 de agosto de 1986.

O conte√ļdo do e-mail eram "pormenores t√©cnicos sobre uma tecnologia que estava a dar os primeiros passos - a Internet". O receptor da mensagem foi a Universidade de Manchester, no Reino Unido.¬Ľ

 

info Aqui

 

 

Dia da defesa nacional, o que é?

 

¬ęO DDN (Dia da Defesa Nacional) visa sensibilizar os jovens para a tem√°tica da defesa nacional e divulgar o papel das For√ßas Armadas e¬†decorre nos CDDN¬†(Centros de Divulga√ß√£o do Dia da Defesa Nacional), sedeados em unidades militares dos tr√™s ramos das For√ßas Armadas.

Durante o Dia da Defesa Nacional s√£o desenvolvidos um conjunto de atividades destinadas a sensibilizar os jovens para a import√Ęncia da Defesa Nacional e para o papel e miss√£o das For√ßas Armadas Portuguesas.

A√ß√Ķes de forma√ß√£o para inform√°-lo sobre:

  • A Defesa Nacional
  • As miss√Ķes essenciais das For√ßas Armadas, a sua organiza√ß√£o e os recursos que lhes est√£o afetos
  • As formas de presta√ß√£o de Servi√ßo Militar e as diferentes possibilidades de escolha para quem queira prestar servi√ßo efectivo
A compar√™ncia ao DDN √© um dever militar para todos os cidad√£os portugueses com mais de 18 anos de idade.¬Ľ
 

 

informa√ß√Ķes e v√≠deo¬†Aqui¬†

 

Origem do "clipe"

Hoje em dia usamos clipes nas mais variadas tarefas. Este pequeno objeto veio revolucionar as sec√ß√Ķes administrativas permitindo juntar v√°rias folhas de papel sem as danificar.

 

Ora, ent√£o quando foi inventado o clipe?

 

Existem duas origens:

 

  • Na Noruega,¬†Johan Vaaler criou uma esp√©cie de clipe no ano de 1899, e registou¬†a sua patente em 12 de Novembro desse ano sendo que a mesma lhe foi concedida em 6 de junho de 1901.

 

  • Na Inglaterra,¬†¬†William D. Middlebrook inventou n√£o s√≥ o clipe como a m√°quina para os produzir e cuja patente √© datada de 9 de Novembro de 1899.¬†

    No mesmo ano da sua cria√ß√£o, a empresa Cushman e Denison comprou a patente de William Middlebrook e registaram o nome ‚ÄėGEM‚Äô para o novo clipe de papel. Ap√≥s analisarem o produto, resolveram introduzir uma melhoria no seu design: arredondaram os cantos evitando assim engates e arranh√Ķes ou at√© mesmo rupturas nos documentos utilizados.

    Poucos anos depois, em 1907, o produto final afirmou-se no mercado mundial e milh√Ķes de clipes de papel foram vendidos em todo o mundo.

 

Gem_Paper_Clip.jpg

 

 

 

informação e imagem retirada daqui