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Aprender uma coisa nova por dia

Nem sabe o bem que lhe fazia

5 Dicas a Considerar antes de Vender Casa

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Resolvemos mudar de casa. Curiosamente – e mesmo sem ter lido as 5 dicas a considerar antes de comprar casa que a Maria partilhou connosco – acabamos por as ter em consideração.

Mas, antes de comprarmos uma casa, temos de vender a nossa. E vender uma casa não é só chegar ali ao notário e fazer a escritura. Há todo um trabalho prévio, antes do dia em que nos desfazemos da nossa casa, idealmente porque vamos para uma casa melhor.

No nosso caso estamos a contar com a ajuda da Decisões e Soluções do Barreiro, pelo que vos trazemos, em conjunto, cinco dicas muito simples que, no final, podem fazer a diferença.

1. O preço

A nossa casa tem, para nós, um valor incalculável. Porque é nossa, porque os nossos filhos cresceram lá, porque os Natais costumam ser ali, porque nos está a custar pagar. Mil e uma razões pelas quais não lhe conseguimos atribuir um valor credível.

Se a ideia é mesmo vender a casa, comece por dar uma espreitadela aos preços de outras casas com características aproximadas e na mesma zona da sua. O mercado é a melhor maneira de saber o valor pelo qual a venda será viável. Ao mesmo tempo, peça a uma imobiliária que lhe faça uma avaliação do imóvel. Da conjugação dos dois, nascerá o valor final.

Tenha, no entanto, em atenção que esse preço final ainda sofrerá negociação porque, quem está comprador irá sempre fazer uma contra proposta.

2. Prepare a venda

Pinte as paredes de uma só cor, preferencialmente neutra. Repare aquele puxador que está solto ou cole o azulejo que se soltou. Conserte a torneira que pinga ou a persiana que não fecha. Substitua lâmpadas fundidas por novas e substitua as luzes brancas por amarelas.

Estas pequenas reparações não são caras, mostram cuidado com o imóvel e ajudam na hora de decisão.

3. As fotos

Nenhum comprador vai ver um imóvel sem, primeiro, dar uma vista de olhos ao anúncio na internet. Anúncio sem fotos é o mesmo que não anunciar portanto tenha em atenção alguns detalhes porque as fotos que tirar são a primeira impressão que os interessados vão ter.

Por isso limpe o chão, as paredes e os móveis. Faça as camas e tire os sacos do lixo de casa. Guarde os frascos de perfume e os detergentes. Arrume a casa e, ao mesmo tempo, despersonalize-a. São os compradores que se terão de identificar com a casa e não quem a está a vender.

Não tire fotos com o telemóvel, em contra luz. Não tire fotos ao cão ou á liteira do gato. Não mostre a arrecadação cheia de sacos até ao teto ou ao saco do lixo em cima da mesa. Camas por fazer ou roupa por passar a ferro não ajudam ninguém. Tire o máximo de fotos com a luz do dia.

Uma boa reportagem fotográfica, que mostre as melhores características do seu imóvel, vai distingui-lo dos restantes, potenciando as visitas.

4. Contratação de agência imobiliária

Primeiro pensamento que temos: isto é um custo acrescido e o que tenho de pagar à agência fica para mim. Ainda para mais agora, com imensos sites onde posso anunciar o imóvel, para quê gastar essa verba?

Errado.

Uma boa agência imobiliária (e eu estou a ser acompanhada por uma excelente agência, a Decisões e Soluções do Barreiro) não se limita a anunciar o imóvel e esperar que caia um interessado no prato da sopa.

Contratei a agência em regime de exclusividade (é a melhor opção, quanto a mim) e eles estão a tratar de tudo. Da venda da minha casa e da procura de nova casa. Estão a promover a divulgação do meu imóvel junto do público – alvo, utilizando os canais ideais. O plano de marketing foi discutido comigo, tendo, a agência apresentado as soluções que melhor se adequam ao meu caso.

Foi também a agência que providenciou a reportagem fotográfica (respeitando o ponto anterior, pelo que nem tive de me preocupar com isto).

E pode parecer pouco importante mas a facilidade da agência em conseguir um financiamento para o comprador também potencia a venda do meu imóvel.

5. A visita dos interessados

E agora que já tem o valor de venda, já foi feita a reportagem e o imóvel está a ser anunciado, chegou o dia da visita do primeiro interessado. Ou do segundo… Na verdade os cuidados são sempre os mesmos, seja o primeiro ou o quinquagésimo segundo (esperemos que não chegue a tanto).

Primeiro que tudo, limpe e arrume a casa. Leve o lixo para o caixote da rua, faça as camas, guarde a roupa por passar a ferro. Areje a casa e apanhe os pelos dos cães ou gatos. Se tem quintal, dê-lhe uma varredela e garanta que não há presentes dos animais. Acenda as luzes, abra as janelas, pegue num livro e vá até à pastelaria mais próxima. Deixe a casa por conta do agente imobiliário e dos interessados, a sua presença só irá atrapalhar o trabalho do profissional que escolheu para vender o seu imóvel. E porquê?

Primeiro, qualquer bom profissional do imobiliário estará amplamente preparado para apresentar tecnicamente o seu imóvel aos interessados. Voltamos aqui à necessidade de fazerem como eu. Escolham a Decisões e Soluções do Barreiro para vos acompanhar neste processo.

Tão importante como isso é o facto de que o interessado, com o vendedor presente, não consegue sentir a casa como se fosse sua, reduzindo a motivação de compra.

Depois, com o proprietário presente, os interessados ficam inibidos e não apresentam pontos de descontentamento ao consultor, que desta forma não os consegue trabalhar.

Por outro lado, o interessado pode querer insistir em negociar o preço com o proprietário, que por sua vez se sente pressionado, reduzindo a possibilidade de defesa do valor do imóvel, por parte do consultor.

Por fim, no decurso da conversa, muitas vezes os proprietários, desconhecendo os gostos e motivações dos interessados, dizem autênticos disparates, o que pode prejudicar a realização do negócio.

 

E desse lado, já venderam algum imóvel? Que outros conselhos querem dar?

 

(acompanhe as minhas opiniões sobre livros no blogue Stoneartbooks ou o meu blogue pessoal).

5 Dicas a Considerar antes de Comprar Casa

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Como contei no blog pessoal, não penso comprar casa neste momento. Nem saberia por onde começar se o quisesse fazer. Mas muita gente a minha volta está nesse processo. Falei com uma amiga no ramo, que faz parte da equipa Comprar com Arte e ela deixou alguns conselhos, que agora partilho convosco, caso estejam nesse ponto.


1. Pilim. 
O primeiro passo é fazerem contas à vida. Ou como ela disse, de uma forma mais polida que eu: fazer uma análise financeira para saber até onde podem gastar e qual o impacto no vosso orçamento mensal. Se estão a considerar uma mudança, espera-se que seja para melhor e comprar uma bela casa para depois só comer pão com manteiga o mês todo porque não chega para bifes não vale a pena (isto já são palavras minhas outra vez). Se o orçamento for à vossa medida, às vezes mesmo que faltem as luzes que acendem com palmas, serão mais felizes.


2. Location, location, location.

Escolham com muito amor e carinho a ZONA, pois será aí que toda a vossa realidade vai passar a ter lugar. Sossego ou movimento? Perto do quê e de quem? Onde é importante que estejam? Onde se sentirão bem? Isto digo eu: não quer dizer que não se possam deixar surpreender por uma zona onde nunca se imaginaram (não se limitem), mas é bom que levem tempo suficiente a explorá-la ou se informem bem sobre ela, afinal é uma compra que se espera que dire anos. Eu também achava que agora estava numa zona muito calma e no outro dia estou sossegada em casa à noite e começo a ouvir um tumulto vindo de fora e vejo uma multidão com archotes. Mas talvez fosse do sono, porque afinal era uma procissão noturna. O tumulto eram orações e os archotes eram velas acesas...


3. Imóvel novo ou por restaurar?

Ou como ela enumerou, devem escolher o tipo de casa: nova, para recuperar totalmente ou para recuperar parcialmente. Esta, mesmo sem ter pensado muito no assunto: eu sei. Nova ou usada mas em excelentes condições, já restaurada. Tenho paciência zero para esperar por coisas que quero na hora, joga-me com a ansiedade. Fosse eu rica e era assim com tudinho: comprar feito. mas percebo as vantagens de recuperar. Potencialmemte o preço, mas também deixar as coisas bem ao nosso jeito. Eu não deixo ao meu jeito: adapto-me.  


4. Se os conselhos fossem bons...
Devem consultar um profissional da área para vos explicar todos os trâmites da compra e venda de um imóvel e possíveis benefícios ou custos fiscais. É que às tantas uma pessoa (como eu, a escrever este post ou a vossa tia que tem aquela casa em Xabregas) tem muito boa vontade, mas no final de contas se os conselhos fossem bons vendiam-se como se costuma dizer e cada um sabe de si, não sabe de todos. A compra de uma coisa é um projeto tão complexo, a tantos níveis (sendo o primeiro o que se chama em termos técnicos "a paciência de job"), que é bom que alguém que faz vida dessa área vos apoie, tendo em conta todo o seu conhecimento do processo e as vossas necessidades específicas.

 

5. Ligar à Equipa Comprar Com Arte! Não ganhei um chavelho a escrever e publicar este post, mas só o pude escrever dada a colaboração dos profissionais desta empresa, onde trabalha alguém da minha total confiança - quer como pessoa, quer como profissional. E eu diria que ter um contacto de confiança também é uma bela dica num mercado como o de hoje em dia. Antes disso, não saberia para onde me virar se quisesse meter-me no assunto. Hoje falaria com ela.

 

E porque este é um espaço de partilha, sintam-se também à vontade para deixar nos comentários as próprias dicas e conselhos, sobretudo se já passaram por um processo destes, bem como indicações das pessoas e empresas que mais vos ajudaram nesse processo.

 

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Como (não) usar as #hashtags do Instagram

Instagram - As Hashtags | Maria das Palavras

O Instagram está na moda, mais do que nunca por terras lusas (creio). Até eu tenho publicado mais e gostado de fazer Stories (coisa que tinha jurado achar ridícula há não muito tempo). Então com o bom tempo, especialmente ao fim de semana, o Facebook anda às moscas e tudo se passa nesta rede de parcas palavras, onde a imagem é rainha. 

 

No entanto, pelo que vejo, ainda há algumas pessoas que andam às aranhas com as ditas hashtags AKA palavrinhas precedidadas de cardinal. 

 

Para que servem afinal?

Não são só uma maneira de descrever a foto para quem não sabe o que dizer de legenda - o Moço entra sempre em pânico por não saber o que escrever; depois eu digo "qualquer coisa, o que quiseres", ele pensa numa coisa parva para escrever e eu digo "isso não!". Elas servem para identificar a foto de maneira que quem faz pesquisas no Instagram sobre o tema, objeto, pessoa, a encontre via hashtag. Por isso devem ser de facto descritivas e corresponder ao que é exibido na foto. Há algumas notas a observar no seu uso: 

 

#sejamrealistas

Se acham que vão conseguir mais seguidores a usar a famosa hastag #pornfood para mostrar uma taça de Chocapics estão enganados. Quer dizer, depende dos gostos. Vamos radicalizar: não usem a hashtag #cat para descrever a vossa selfie para chegarem aos apaixonados por gatinhos. Não resulta. É só parvo. 

 

#perfilprivadonãovê

Perfil privado? Podem usar as hashtags por uma questão de graça ou estilo, se quiserem, mas as vossas fotos não aparecem na pesquisa (a não ser para quem vos segue, de forma previamente autorizada). 

 

#ecomercialnãoliga

Morre uma bóia de flamingo cor-de-rosa por causa pessoa que usa o caracter & (ou um espaço!) nas suas tags. Não repararam já que não fica com ligação? É verdade que já são aceites vários caracteres especiais, mas este símbolo não é um deles. A época de casamentos está cheia de #nuno&teresa mas fiquem a saber que o Nuno fica solteiro na hashtag. 

 

#nao#as#peguem

Morre uma bóia de unicórnio por cada hashtag pespegada às outras. A lógica é a mesma, se estiver tudo junto o símbolo cardinal quebra a ligação e só a primeira fica como tag. A tecla de espaço é aquela maior! Não há como errar. [Update depois de uma boa lembrança de uma leitora no Facebook.]

#podeminventar

É para ser descritivo? Sim. E realista? Sim. Usar espressões genéricas para se ser encontrado? Também. Mas se quiserem aparvalhar e colocar tags perfeitamente nonsense e únicas: o Intagram é vosso. E o que não tem regra, às vezes tem graça. #usoahashtagquequiserporquenãomandasemmim

 

 

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Água com gás- benefícios e malefícios

 

Benefícios

  • Hidrata o organismo
  • A presença do gás despoleta uma sensação refrescante
  • O gás carbônico presente nesta bebida auxilia o processo de digestão
  • Aumenta a sensação de saciedade
  • Limpa as pupilas gustativas

 

Malefícios

  • Ingerida em excesso pode irritar a mucosa do estômago e dos intestino
  • Amolece o esmalte dos dentes
  • Algumas possuem grande quantidade de sal, aumentando a pressão arterial 
  • Provoca inchaço abdominal e flatulência

 

Conheciam os benefícos e os malefícios da água gaseificada?

 

 

Netgrafia:

https://fortissima.com.br/2015/12/16/conheca-as-vantagens-e-desvantagens-da-agua-com-gas-14712768/

https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/nutricao/efeitos-da-agua-gaseificada-no-corpo-refluxo-barriga-dentes,0900a545b4fe6af66141294c0bf578774uncRCRD.html

Transpirar enquanto comemos picante + benefícios

Quem nunca transpirou enquanto comia algo muito picante?! Eu já. 

 

Porque temos tal reação?

 

Alimentos como pimenta, mostarda Dijon, pimenta de Caiena ou tabasco contêm capsaicina. Esta substância quando é ingerida ativa os receptores de dor e calor na epiderme.

  • Os receptores de dor causam a sensação de queimação característica de alimentos picantes
  • Os receptores de calor fazem o corpo pensar que há um excesso de calor, ativando os mecanismos de regulação da temperatura corporal.

A capsaicina também tem efeitos benéficos, uma vez que estimula a produção de endorfinas causando uma sensação de bem-estar e felicidade. Por isso, algumas pessoas adoram comidas picantes ao ponto de se tornarem “viciadas” nelas.

 

 

Benefícios

  • Elimina células cancerígenas
  • Melhora a circulação sanguínea
  • Melhora a digestão
  • Acelera o metabolismo 

 

 

 

Fonte: https://melhorcomsaude.com/comida-picante-vantagens-desvantagens/

 

 

 

3 Curiosidades sobre a Laranja e os seus benefícios

 

Redondinha, doce ou amarga, de cor-de-laranja, a laranja é um fruto normalmente apreciado quer em sumo, quer em gomos, quer no acompanhamento de pratos salgados, como os assados. É conhecida por ser rica em vitamina C e fibra e por isso tantas vezes é usada para proteção contra gripes e constipações e como reforço das defesas antes da mudança para o tempo frio, e até mesmo usada por quem sofre de obstipação.

 

Duas laranjas médias por dia, são suficientes para que o nosso organismo obtenha a vitamina C que necessita, no entanto, para aproveitarmos devidamente as propriedades deste fruto há alguns cuidados que devemos de ter para que seja nossa amiga e não nossa inimiga:

 

 

A vitamina C da laranja é extremamente volátil.

Assim que começamos a descascar a laranja, a vitamina C começa a desaparecer, e ao fim de 30 minutos, mais de 75% da vitamina C já não está presente, e ao fim de 1 horas já não há vitamina C para contar a história. Por isso devemos comer este fruto descascado na hora, e como tal evitar usá-la em saladas de fruta e afins, pois ao fim de algum tempo estamos apenas a comer açúcar.

 

 

Devemos evitar fazer sumo de laranja.

A fibra da laranja está na parte esbranquiçada, ao fazermos sumo esta parte não é incluída. Se atentarmos nesta questão e ainda acrescentarmos o facto de ser necessário duas ou três laranjas para um copo de sumo, percebemos que um copo de sumo de laranja tem mais açúcar do que benefícios. Tendo por base este ponto e o primeiro, alerto que se beberem um sumo de laranja fora de casa que se certifiquem que é feito na hora.

 

 

É ótima para quem tem problemas digestivos.

São inúmeros os benefícios da laranja, hoje destaco o auxílio digestivo, que devido à fibra que possui, reduz a absorção da gordura dos alimentos pelo organismo, e por isso é bastante aconselhada a quem está de dieta, apesar de que em excesso pode prejudicar o fígado devido à sua acidez.

 

 

Em suma:

Agora já sabem, comam laranjas, mas comam como elas merecem ser comidas: frescas, acabadas de descascar e em gomos. Comam a laranja com a parte branca, evitem os sumos e se cometeram um excesso e se sentem enfartados, uma laranja pode ajudar.

Dar uma prenda, de longo prazo, a uma criança.

Já pensaram numa forma de dar uma prenda a uma criança e que a faça pensar nas formas de ir poupando logo a partir de que é pequena? 

(O QUE VÃO LER NÃO SUBSTITUI A LEITURA DAS CONDIÇÕES E INFORMAÇÕES CONSTANTES EM FOLHAS NOMINATIVAS OU NOS SITES RESPECTIVOS!!!! QUANDO SUBSCREVEREM OU REGISTAREM OPERAÇÕES FINANCEIRAS DEVEM LER E PEDIR EXPLICAÇÕES ÁS PESSOAS QUE VOS APRESENTAM OS DOCUMENTOS E A OUTRAS PESSOAS QUE CONHEÇAM E QUE NÃO TENHAM QUAISQUER PROVEITOS DA VOSSA IDEIA!!!)

As crianças conseguem pensar que o mundo é infinito e que os pais não tem limitações ao que lhes podem dar... e lá se criam as birras, que qualquer pai/mãe tão bem conhecem. 

Só que estarem a explicar a uma criança de 2-6 anos o que é o dinheiro, é como estarem a falar japonês... vai dar ao mesmo. 

A forma mais simples é arranjar um mealheiro (de preferência daqueles que não dão para abrir sem um abre latas, que são baratos em qualquer loja de utilidades) e conforme a criança se porta bem, darem-lhe moedas e ir guardando na lata. Podem criar espaços temporais (começarem em Janeiro e dizer-lhe que no Natal, com o dinheiro que lá tenha dentro, poderá comprar um brinquedo ou outra coisa que tanto queira e que vocês não lhe quiseram dar) ou criar um limite de valor. 

É uma forma de a criança aprender o valor monetário e começar a ir entendendo a vida de ir ás compras e terem de fazer escolhas. As crianças que se habituam a isto, chegam à escola primária e tem uma facilidade incrível em entender o que são conjuntos e as operações de soma e subtracção, pois já as fizeram nas brincadeiras com o mealheiro. Mais do que isso, aqueles problema de "Tens 10 euros, quantas laranjas podes comprar?" (Num desenho está uma laranja com o preço de 2 euros), acabam por ser de resposta automática. 

E as crianças adoram ouvir o barulho das moedas dentro da lata quando a chocalham. Acaba por servir para vários tipos de brincadeira ao mesmo tempo que incutem a ideia do que vale o dinheiro. 

Por outro lado, vamos pensar que tem a vossa criança e querem criar uma conta bancária onde podem ir colocando dinheiro a pensar no futuro da criança. Existem milhentas de opções em todos os bancos. Tenham em atenção aos valores pagos pelas operações e a forma como se realizam... receber 3% de juros ao final de 10 anos, dá um valor a rondar os 0,02% ao ano, depois de deduzidos os impostos e comissões. A titularidade de conta de menores de 16 anos é gratuita na maioria das instituições financeiras, ficando os pais como segundos titulares com poderes iguais. Como mal lhe vão mexer, podem optar por serviços de médio-longo prazo. (CONSULTEM AS FICHAS, FALEM COM PESSOAS EXTERNA À INSTITUIÇÃO PARA ENTENDEREM O PALAVREADO E NÃO SEREM SURPREENDIDOS! Só depois de estarem cientes de tudo é que devem subscrever um serviço.)

Também podem pensar noutros serviços como a dívida pública. Quer sejam certificados de aforro [duram 10 anos e são de juros capitalizáveis (isto quer dizer que só recebem o valor na conta bancária, ao fim de cada trimestre, se assim o quiserem, senão que é acumulado ao saldo inicial e irá render juros no trimestre seguinte)] ou títulos do tesouro [duram 5 anos, oferecem taxas superiores mas, são de juros anuais (isto quer dizer que se os subscreverem em Junho de 2017, só quando passarem 366 dias, após a subscrição, é que os podem resgatar e se os resgatarem em Maio de 2019 não recebem qualquer valor relativo a esse ano) que são depositados na conta do titular].Ambos obrigam à existência de uma conta bancária que tenha a criança como primeiro titular e a criação de uma conta aforro que terá de ser feita ao balcão dos correios (depois de o fazerem, ficam os pais como movimentadores, é possível registarem-se no site Aforronet.igcp.pt para poderem tratar de subscrições que podem ser pagas por multibanco ou homebanking (sendo que os certificados de aforro só podem ser resgatados aos balcões dos CTT e nem todos os locais de atendimentos o permitem). Nos títulos de dívida pública, subscritos via IGCP ou aos balcões dos CTT, não existem comissões, sendo que é feita retenção na fonte sobre os juros [o IGCP irá reter 28% (taxa actual) do valor, capitalizando ou depositando o restante]. 

Façam as contas, não se atirem "à primeira sardinha a sair da brasa" e podem ir ensinando ás crianças o que é poupar e usar o dinheiro. Existem muitas opções, informem-se com o vosso banco, cruzem informações entre os vários produtos disponíveis (desde datas, valores e comissões pagas) e brinquem com as vossas crianças ao mesmo tempo que lhes ensinam o valor das moedas e notas. 

Dica: Como voltar atrás no tempo... num computador.

Vamos começar por uma situação que toda a gente passa e que pode acabar com um qualquer computador numa loja de informática para ser recuperado: 

Instalaram um programa no computador, não ligaram nenhuma aquelas janelas e foram carregando em seguinte, seguinte e concluir. Não gostaram e desinstalaram o programa. Quando reiniciaram o computador, ele abre janelas, tem ícones modificados e o browser vai parar a páginas demasiado esquisitas. Ou ainda pior, ao terem instalado o programa, o vosso computador passou-se dos carretos e demora quase 10 minutos para chegar ao ambiente de trabalho e fica muito lento. 

Se perguntarem a alguém, as sugestões podem variar entre desinstalar uns programas, usar o msconfig e desactivar programas do startup. Algo que para a maioria das pessoas vale tanto como ouvirem um chinês a recitar Eça de Queirós. 

Mas, antes de chegar a esse ponto, existe uma opção simples que podem usar, quer seja pelo modo de segurança (carregando na tecla F8 do teclado quando ligam o computador, escolherem Iniciar em Modo de segurança) ou depois de já estarem com acesso ao computador, mesmo estando lento: O restauro de sistema. 

É uma opção que permite ao computador voltar atrás no tempo, para antes de ter recebido algo que não devia lá estar. 

Este restauro é mesmo só do sistema operativo. Tudo o que tenham gravado no computador, editado documentos, gravaram fotos, actualizaram ficheiros ou programas de trabalho, tudo ficará gravado no mesmo sítio. O que vai mudar é os programas que instalaram e os "intrusos" que lá foram parar para dar cabo do juízo. 

Seja no modo de segurança (caso o computador se tenha passado dos carretos mesmo a sério, DEVEM usar o modo de segurança mesmo) ou pela iniciação normal, abram o menu iniciar (aquela janelinha do windows do lado esquerdo que apresenta os programas, funciona em qualquer versão da mesma forma) e na linha que pede para escreverem (ou abram Todos os programas - Acessórios - Ferramentas do Sistema - Restauro do Sistema) digitando "Restauro do". Na parte superior vai surgir 1 único programa. Carreguem nele. 

restauro inicial

Ele poderá demorar uns segundos a abrir (dependendo do que tenha provocado a situação estranha). 

restauro

Ao chegarem aqui, recebem o aviso da função deste programa. Como é o aviso que já conhecem, carreguem em Seguinte. 

restauro escolher o ponto

E aqui, chegamos à parte mais técnica e que deve ser realizada pela pessoa que terá instalado as coisas esquisitas. Ao chegarem a esta página, só vos devem aparecer 2 a 3 pontos de restauro, que são as actualizações críticas ou a instalação de algum programa que faça uma cópia de segurança do sistema antes de ser instalado. Se tiverem instalado coisas na manhã desse dia, podem escolher a data do dia anterior ou uns dias antes. Mas, vamos supor que só tem 2 pontos e acham que começaram a notar o computador a não se portar bem, no dia antes dessa data. Estão a ver ali aquela seta gorducha? Aquela linha não terá lá o certo. Coloquem-no e vão ver mais pontos disponíveis até cerca de 1 mês antes (caso nunca tenham feito a limpeza do sistema, podem ir até aos 6 meses). 

Escolham uma data antes do dia em que sabem que instalaram o primeiro dos programas que se deu mal e carreguem em seguinte. 

restauro fim

Confirmem que escolheram a data certa no último menu e carreguem em concluir. O vosso computador irá "voltar atrás no tempo" para a data escolhida. Não totalmente mas, na raiz do sistema operativo e no que quer que tenham instalado no computador e que deu problemas. Esta operação não pode ser interrompida (façam-na com o computador ligado à corrente e com a bateria carregada para alguma falha de energia) e demora entre 5 minutos a 30 minutos, dependendo da quantidade de coisas que serão repostas. 

Depois de reiniciarem, verifiquem como está o computador, corram o Windows Defender para verificar se não está por lá algo escondido e podem usar um antivírus online, como a versão GRATUITA do Malwarebytes, para verificarem se não anda por aí alguma coisa que não deve. (Depois de analisado, se surgirem infecções, movam para a quarentena, reiniciem o computador, façam uma nova procura e assim que diga que não encontrou nada, escolham a quarentena, mandem apagar aquilo tudo e desinstalem o programa, pois não existem qualquer necessidade de gastarem recursos do computador ao te-lo instalado.)

E o vosso computador viajou para trás no tempo, para antes de ter sido "atacado pelos bárbaros invasores". Isto funciona quer seja para programas instalados ou para alguma actualização que não tenha funcionado como devia, tendo bloqueado o computador.

E, com uma coisa tão simples, evitaram gastar dinheiro, perder 3 dias para alguém vos fazer estes mesmos passos e devolver o computador com uma descrição de problemas de 1001 coisas que não percebem nada da explicação.  

Como falar (e escrever) melhor português

Leituras (Imagem Pixabay)

 

Não há instância da nossa vida em que o domínio da língua não seja importante. Dar erros de português provoca doenças? Não. Mas além de, a mim, nalguns casos, provocar ligeiros enfartes do miocárdio (figurados), pode prejudicar-nos no trabalho e na vida pessoal. 
Atire a primeira pedra quem nunca descartou à primeira conversa aquele jeitosão porque ele diz hádes

 

É preciso ver que nem toda a gente chicoteia a língua portuguesa por desprezo puro. Nem todos têm as mesmas oportunidades de formação. E para além disso os calinas das aulas de português do passado, podem arrepender-se no presente. Mais além ainda, há pessoas que geralmente falam e escrevem sem erros, mas continuam a dar alguns por desconhecimento ou desatenção e querem aumentar o seu vocabulário. Eu, por exemplo, tenho uma deficiência grave ao nível do uso de vírgulas e tenho de pensar sempre dez vezes antes de escrever carrocel ou expectativas (e outras onde confundo o uso do o e do u).


Como fazê-lo então? Se o tempo de escola já foi (ou nem foi)?

A solução está numa palavra tão curta, que não há como errar ao escrevê-la: LER!

Ler algo, ler mais, ler melhor.

 

Encontrar o(s) género(s) em que nos sentimos confortáveis – nem que sejam romances de cordel – e aprender durante um momento de lazer, muito naturalmente. Aos poucos, vamos melhorar, mesmo sem a perceção palpável disso. E não quero ouvir ninguém dizer que não gosta de ler. Sobre isso já vos falei.

 

De resto, podem ler o que quiserem, quando quiserem (toda a gente consegue ler uma página e meia que seja antes de fechar os olhos ou à hora de almoço), em papel ou num ecrã, emprestado, vosso, pela web. Tenham uma mínima atenção à fonte: ler determinadas editoras que não reveem as obras que publicam pode resultar mal e muito do que se vê na net (incluindo blogs) está bem escrito como eu bem danço (nada). Na dúvida, sigam sugestões e referências de pessoas em cujo gosto e nível de português confiam. Ou, se quiserem, posso fazer um próximo post sobre isso. 

 

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